Foi só eu começar a escrever de forma clara e aberta sobre o fracasso óbvio do que tem sido a luta dos docentes, em particular no que à estratégia sindical diz respeito, para os operacionais do costume aparecerem.

Neste post, a partir de certo ponto é possível perceber a táctica de provocação e tentativa de descrédito de um espaço pelo recurso à abjecção e obscenidade. Há comentadores que se desdobram para parecerem mais de um (abrax=julia, agora burro=partisan e carlosmarques= 😉 ) e sacam de um vocabulário que eu sei ser usual em certos ambientes, sendo que parte dele já me foi dirigido mesmo a alto nível.

Não sei bem se os sindicatos, ou algum em particular, teria a coragem de assumir a paternidade deste tipo de estratégia cobarde, efectivamente anónima, misógina, sexista e absolutamente antidemocrática, pois visa a intimidação pela calúnia e mesmo ameaça física (a criatura que se assina como carlosmarques já chegou a isso em relação a mim). Sei de forma segura que isto tem o compadrio de gente de 2ª linha e periférica de uma organização. Resta saber se os de 1ª linha se revêm nisto, embora eu saiba que em termos de linguagem não andam longe quando ficam em privado.

Agora de uma coisa podem estar certos: se a meio de Agosto, por outras razões, andava a pensar que rumo pode ter o Umbigo num contexto de desmobilização generalizada e que sentido faz, neste momento, graças ao insulto renovaram a minha vontade de por aqui permanecer. Querem bater-me de forma metafórica ou literal, é convosco. Mas não é isso que vai fazer com que eu cale as minhas opiniões. Acreditem que não são trolls de 5º escalão que mudarão seja o que for no que penso e como acho que o devo expressar. Que os agentes de algum sindicalismo doente tenham optado pelo insulto e palavrão contra argumentos, só revela o desespero de quem perdeu a credibilidade e se limita a combater pelos meios mais rascas aquilo que lhes desagrada. Eu sei bem como são os vossos métodos e sei até que ponto já os tentaram usar contra mim em alguns momentos e espaços, insinuando mesmo em algumas escolas que o meu passado não estaria isento de podres.

A chantagem de forma mais ou menos assumida também já foi tentada, tentando atingir-me não apenas em on e usando meios perfeitamente abjectos e recorrendo a pretextos absolutamente indecorosos, para mais sabendo-se que entre vós há telhados de um cristal tão cristalino que até dói.

Só que como eu não tenho nada a ganhar ou a perder directamente com isto, podem continuar. Não ameaço ninguém com tribunais ou judiciárias. Resta-me ir descobrindo quem são e vê-los a baixar os olhos quando, em raras ocasiões, se cruzam comigo. Porque são cobardes e ontem a cobardia revestiu-se de um ataque pessoal a comentadoras, com acusações de tipo sexual e pseudo-moral quando sabemos, ah como sabemos, a podridão que vai por esses vossos meandros.

Acalmem-se, para a semana poderão conviver. Fumem os vossos charritos anuais, enfrasquem-se como é da tradição e arrotem entre amigos, porque aqui não levam a água ao vosso moinho de maneira nenhuma.

Adenda: Sem grande esforço, encontrei o sinal de partida para aqueles comentários. Basta depois relacionar horas, entradas e saídas e navegações anónimas. O espaço é obviamente o blogue do Santos, aquele que quando precisa de materiais para a tese me envia mails corteses a pedir sopinhas, mas em on é uma fera.