Alguns dias em São Miguel e é possível perceber como partes do país real andam e desandam. Avançam e recuam. Há meia dúzia de anos já era possível ter os jornais nacionais do dia à hora do almoço, por vezes antes do meio-dia em Ponta Delgada e na Ribeira Grande. Por estes dias, ao início da tarde de sábado é possível encontrar o Público de 6ª feira, assim como o Sol acabado de chegar. Do Expresso nem rasto.

Ainda sem a modernice das SCUT regionais, acredito que lá por segunda-feira a imprensa de sábado chegue ao Nordeste.

Por isto mesmo é que só agora posso dar o devido destaque aos artigos de Nuno Lobo (do Fórum Liberdade e Educação) no Público de ontem, e o artigo-recensão de Isabel Cluny sobre o livro de Maria de Lurdes Rodrigues no Sol.