Esta não foi da televisão e é mais antiga. Foi-me contada por duas pessoas que me merecem a maior confiança.

Alguém, ligado a outro alguém mas não assumido, sonda um amigo de alguém para saber da sua (este último alguém a que chamaremos X) disponibilidade para aceitar, numa hipótese muito hipotética, a presidência de uma empresa, pertencente a um grupo, com diversos problemas laborais. X tem uma boa imagem junto dos trabalhadores da empresa e seria útil para a pacificar. Sondam-se que condições poderiam vir a ser colocadas por X para aceitar

Transmitida a (pré-)sondagem, X declara que não pode aceitar tal presidência porque, em primeiro lugar, detesta presidências e, em segundo, discorda da política da empresa e ainda mais da estratégia do grupo em que está inserida. Nunca aceitaria fosse o que fosse, se isso implicasse ir contra aquilo que acha que deveriam ser a política e estratégia adequadas, as quais por mais de um vez afirmou serem as suas posições.

É-lhe dito que isso não está fora de causa, apenas sendo pedida uma espécie de “moratória” para colocar ordem na casa e depois X poderia fazer o que achasse mais correcto.

Sendo um caso concreto, posso adiantar que X, que nunca foi convidado para nada, respondeu que era melhor sondarem outra pessoa, porque não tem perfil para Dame (ou Sir) e muito menos para crédula(o).

E assim se resolveu a questão. Passem a Y ou voltem a K.