Domingo, 27 de Junho, 2010


The Swell Season, Low Rising

Em princípio é contra, mas coiso, como será no fim?

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Olá a todos…

Eu sou o Pedro Nazaré… fui Leigo para o Desenvolvimento em São Tomé e Príncipe em 2003/2004, actualmente estou ao serviço do IDF em São Tomé não como professor mas nos serviços de administração.

Escrevo vos a informar de que estamos a “tentar” recrutar professores para todos os grupos disciplinares… quem sabe… se… não conhecem alguém que possa estar interessado em dar aulas numa escola com paralelismo pedagógico ao currículo português -(do 5º ano ao 12º ano lectivo – agrupamento de estudos cientifico humanísticos – Ciências e Tecnologias / Línguas e Humanidades e novidade para o ano lectivo 2010/2011 Artes Visuais), Pontos fortes da nossa escola – apenas 350 alunos, duas turmas em cada ano lectivo, escola bonita situada no campo de milho próximo da linha imaginária do equador (a cerca de 60km)… situada ainda entre as duas baías mais bonitas do continente Africano (ou talvez não) a Baía Ana Chaves e a Baía da Praia Lagarto – Praia Emília – praia francesa – aeroporto e o deslumbrante ilhéu das cabras… serão de certeza argumentos muito fortes para desafiar os espíritos mais inquietos…

Se puderem ajudar a divulgar ficaríamos muito agradecidos…

Os contactos para envio de currículos e pedido de informações:

e-mail:
idf.stp@gmail.com
idf.director@gmail.com

Telefone:
00239.2221194

Boa-tarde Paulo!

Sou Emília Miranda, professora de Língua Portuguesa na Escola EB 2/3 Dr. Carlos Pinto Ferreira, Junqueira, Vila do Conde e acompanho, não com a assiduidade que gostaria, o seu blogue. Sei que o seu trabalho tem sido muito importante na Educação e daí a minha mensagem.

Gostaria de saber se poderia divulgar alguns trabalhos colaborativos que, desde há alguns anos, desenvolvo com os meus alunos e alunos de escolas do Brasil e de França (comunidade lusófona).

Tudo começou com a criação de um espaço dedicado à Literatura Infanto-Juvenil que desenvolvo desde 2001 com o apoio do Centro de Competência da Universidade do Minho: Netescrit@.

Mais tarde, em 2004, como forma de dar visibilidade ao trabalho de alunos, abri o blogue Netescrita. Seguiu-se o Voo-BPF que foi distinguido mundialmente pela Microsoft (mas aqui em Portugal não foi divulgado, nem pela própria Microsoft!). Depois o Voo Supersónico. Agora os Voos em LP. Para o ano se verá!

Todos estes trabalhos têm como base a leitura de obras para crianças e jovens.

Poderei, se assim pretender, dar mais pormenores sobre cada um deles.

Acrescento apenas que o Brasil tem dado visibilidade a estes trabalhos e os tem divulgado mas, como a sua origem é portuguesa, eu gostaria de ver que aqui também se dá algum valor ao que por cá se faz!

Um abraço,

Emília Miranda.

A Viúva de Mao

Maria de Lurdes Rodrigues, agora no remanso da compensatória presidência da Fundação Luso-Americana (que isto dos amigos são para as ocasiões, mesmo que seja preciso aprender inglês), reitera na entrevista que dá ao “Expresso”, a generalidade das suas obnóxias posições enquanto titular da pasta da Educação e continua as suas diatribes contra o grupo socioprofissional alvo da maior “campanha negra” da história, pelo menos, da República portuguesa.

Afirma que os professores querem ser todos iguais, são avessos à diferenciação que determinaria quem seriam os “bons” e quais os “maus”. Só não disse que os critérios que durante o seu consulado foram sendo exarados e variando constantemente, ao sabor das conjunturas e das inenarráveis peripécias de que este se revestiu, nada tiveram que ver com uma verdadeira avaliação do desempenho de quem quer que fosse, mas apenas com a necessidade administrativa de classificar para legitimar o estrangulamento das carreiras e a real degradação dos salários. Mas pior, muito pior do que isso, que sem apoiar, admito como interesse financeiro de qualquer governo por motivos que hoje estão bem à vista, foi o “embrulho” miseravelmente demagógico que envolveu essas medidas, em que foi movida a maior campanha de enxovalho público de que há memória em Portugal, (Salazar incluído). Tratou-se de fomentar o ressentimento social pelo “atirar às feras” dos professores que foram tornados bodes expiatórios de todo o insucesso do país, fruto do erratismo e da possidoneira de quem tem dirigido, e continua a dirigir, as políticas educativas em que o mister de ensinar é substituído pela escravatura burocrática e o de aprender pelo facilitismo institucional destinado a melhorar as cifras do faz-de-conta estatístico para “inglês ver”.

Afinal o que foi valorizado, foi a capacidade de produzir mais e mais “papelada” inútil e o “brilho” da utilização a torto e a direito dos gadgets da moda, superando largamente a profecia de McLhuan (sobre o meio e a mensagem) e tornando absolutamente irrelevantes os conteúdos, desde que a embalagem seja atraente, um pouco à moda dos tais “patos‑bravos” que encomendavam livros com encadernações de luxo a metro para enfeitar as estantes.

Tudo isto só foi possível com a cobertura política do “Grande Timoneiro” de Vilar de Maçada, qual Pol Pot em versão Armani, e dos “khmers rosa”, que imitando o “Grande Salto em Frente” e outras manobras macabras do tipo “Revolução Cultural Chinesa” encontraram intérpretes acostumados a “mudar de ideias” e que põe nas novas causas meramente circunstanciais a que, por motivos de carreira se encostam, aquele fervor fanático da política de “terra queimada” típico do radicalismo que abraçaram noutros tempos. Exemplo do Bando dos Quatro da (Des)Educação em que não poderia faltar a figura da “Viúva de Mao” (Maria de Lurdes Rodrigues – ex‑anarquista), os Secretários de Estado Pedreira (ex-sindicalista “revolucionário”) e Lemos (ex-militante e autarca absentista do CDS e bully indefectível, veja-se a figura que está a fazer no Ministério do Trabalho) e o Sr. Albino (uma espécie de “padre eterno” populista e demagogo).

Está visto que com um “naipe” destes se prova a asserção de que há gente cuja essência de carácter é ser totalmente dele destituído.

António José Carvalho Ferreira, Barreiro

Um erro ou dois ainda se admitem entre os teóricos melhores árbitros mundiais. Mas começam a ser muitos. Já nem falo do duplo braço daquele golo de Luís Fabiano.

Hoje já há dois enormes com influência directa no possível decurso de dois jogos. Não está em causa o mérito de Alemanha e Argentina.

Mas o golo não validado a Lampard e o validado a Tevez são nódoas enormes neste Mundial.

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