Quinta-feira, 24 de Junho, 2010


Arrested Development, Ease my Mind

esta contorção da realidade nos corpos da manhã indivisa
nas ruas sem casas e nas casas também sem portas vulgares
pelo excesso de ventre entre as brumas ácidas ou eu sei lá
e o avesso do sol deambulando e proferindo espécies de sombras

estudar uma nova forma de densidade pouco localizada
talvez ouvir o fumo desmaiado pela cidade em vias sequiosas
arrastam-se ainda as elásticas e misteriosas sirenes ambidextras
por nas bibliotecas se soprar a indústria chamada tempo deslocado

inventar esta causalidade de vidro parece ser uma boa vontade
como um autor de poemas documentados em álcool canforado
rir destes objectos que nos cercam irados e convenientes
é uma única mosca que reflui para este resultado suplementar

resume a dança autónoma do último juízo perfeito que aqui jaz
a história do texto atenuado ou uma paisagem feita teatro
no caos de olhar a instalação do calor semelhante a mim
no virtual humor do computador do meu amor agora desligado

Um piezo custa 0,2 €. E prefiro-o a um pick-up.

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En verano, 40 minutos de rutina

El repaso escolar diario en vacaciones contribuye a no perder el hábito de estudio – Los adultos pueden desconectar, los niños no deben.

Que un adulto sometido a un estricto régimen de sombrilla, siesta y opíparas comidas sea incapaz de desconectar del trabajo en su mes de vacaciones es una mala noticia. En cambio, que un niño borre de su mente la rutina escolar -máxime, si no ha afianzado sus habilidades de escritura y lectura o no progresa adecuadamente en cursos posteriores- lo es también. Los profesores recomiendan que en sus casi tres meses de descanso dediquen un rato al repaso. El material escolar ofertado hoy resulta apetecible, poco recuerda al tedioso y gris al que se enfrentaron sus padres.

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O Governador Civil a fazer a ponte entre ME/DREC e os autarcas?

Governador Civil admite encerramento “pacífico” de escolas no distrito

O Governador Civil da Guarda acredita que o processo de encerramento de escolas com menos de 21 alunos será “pacífico” no distrito, apesar de alguns autarcas contestarem a medida.
“Eu estou absolutamente convencido que em todos os Municípios vai haver pacificamente o encerramento de algumas escolas”, afirmou Santinho Pacheco na terça-feira, dia 8 de Junho, no final de uma reunião realizada no Governo Civil da Guarda com autarcas dos 14 concelhos do distrito, onde também participou o Secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata, e a directora da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC).

… porque eu só ouvi dizer a uns que a avaliação não ia contar…

Quem foi que declarou para uma acta negocial que há muito tempo que não havia um processo negocial tão jeitoso?

Ministério da Educação assume postura politicamente desonesta e democraticamente deplorável

Desonestidade política é o mínimo que se pode afirmar da forma de estar e de agir do Ministério da Educação.

Depois de terem assumido, publicamente, preocupação com o problema dos horários de trabalho dos professores e a intenção de intervir no sentido de corrigir alguns dos absurdos pedagógicos que deles advêm, os responsáveis do ME remeteram para o despacho de organização do próximo ano escolar a alteração de alguns aspectos referentes aos horários de trabalho dos docentes, designadamente em relação à sua componente não lectiva de estabelecimento.

Porém, ontem ao final da tarde, o ME enviou à FENPROF dois projectos de despachos, um sobre a organização do ano escolar 2010/2011 e outro sobre o calendário escolar. O que deles resulta é esclarecedor:

  • quanto à organização do ano escolar, nem uma palavra sobre os horários de trabalho dos professores que se mantêm rigorosamente na mesma;
  • quanto ao calendário escolar, apenas um ajustamento do que se aplicou este ano, numa postura de completa insensibilidade às preocupações manifestadas por diversas vezes, sem que se altere de forma relevante a sua aplicação na Educação Pré-Escolar.

E não me venham dizer que eu bato sempre no mesmo ceguinho, se o malandro do desgraçado não pára de saltitar à nossa frente!

Mas quem foi que disse que a assinatura do acordo abria um caminho esplendoroso de posteriores conquistas?

Anote-se que não transcrevi a parte final da nota em que se fala de qualquer coisa como luta, redobrada, professores e tal…

Está no artigo 7º do 75/2008 e é o que tem sido alegado para pressionar o(a) Directore(a)s, mas não me parece que as razões apontadas tenham cabimento, nem mesmo a da reorganização curricular que ninguém conhece qual é;

Artigo 7.º
Agregação de agrupamentos

Para fins específicos, designadamente para efeitos da organização da gestão do currículo e de programas, da avaliação da aprendizagem, da orientação e acompanhamento dos alunos, da avaliação, formação e desenvolvimento profissional do pessoal docente, pode a administração educativa, por sua iniciativa ou sob proposta dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, constituir unidades administrativas de maior dimensão por agregação de agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.

O que depois não se diz é como se dissolve o Conselho Geral de cada agrupamento e se faz a transição que leva à escolha de uma Direcção para o mega-agrupamento. Volta-se a um Conselho Geral Transitório?

Como se destituem dois ou três Conselhos Gerais a meio do mandato e se procede à escolha de um novo? Os representantes dos pais são escolhidos como, por exemplo? E como é o novo Conselho Geral? Se tiver uma Secundária, tem um aluno apenas? O que conhece ele das restantes escolas? E como se faz com os representantes eleitos dos corpos docente e não docente?

E relembremos o artigo 16º, onde nem o nº 3 serve para o(a) DRE mandar dissolver o órgão:

Artigo 16.º
Mandato

1 — O mandato dos membros do conselho geral tem a duração de quatro anos, sem prejuízo do disposto nos números seguintes.
2 — Salvo quando o regulamento interno fixar diversamente e dentro do limite referido no número anterior, o mandato dos representantes dos pais e encarregados de educação e dos alunos tem a duração de dois anos escolares.
3 — Os membros do conselho geral são substituídos no exercício do cargo se entretanto perderem a qualidade que determinou a respectiva eleição ou designação.
4 — As vagas resultantes da cessação do mandato dos membros eleitos são preenchidas pelo primeiro candidato não eleito, segundo a respectiva ordem de precedência, na lista a que pertencia o titular do mandato, com respeito pelo disposto no n.º 4 do artigo anterior.

Mas em chegando a hora da verdade…

«Reformas não podem ser impostas autoritariamente»

Francisco Assis pede diálogo entre Governo, autarcas, professores e pais sobre o encerramento de escolas

(c) Protesto Gráfico

Direcção Regional formaliza fusão

A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) já formalizou a fusão do Agrupamento de Escolas Oeste da Colina e da Escola Secundária de Maximinos. No próximo ano lectivo (2010/11) o novo Agrupamento de Escolas de Maximinos terá sede na Secundária de Maximinos e será dirigido por uma Comissão Administrativa Provisória, nomeadada pelo director Regional de Educação do Norte.
Num documento a que o ‘Correio do Minho’ teve acesso, a DREN dá como consumada a extinção do Agrupamento com sede na Escola EB 2,3 Frei Caetano Brandão, criando o Agrupamento de Escolas de Maximinos, com sede na escola secun- dária .
O novo agrupamento contará assim com cerca de 2500 alunos — este ano lectivo, o Agrupamento de Escola Oeste da Colina teve 1712 alunos e a Escola Secundária de Maximinos contabilizou 782.

Arcos de Valdevez: Pais cancelam manifestação face à ‘abertura ao diálogo’ da DREN

Câmara de Ferreira contra o encerramento de escolas no concelho

A Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo aprovou uma moção contra o encerramento de estabelecimentos de ensino do 1º ciclo com menos de 21 alunos no concelho.

“Lutarei pelas crianças da Capinha”

Rogério Palmeiro, em carta enviada à DREC, apresenta os motivos que considera contrariarem a possibilidade de encerramento da escola

A escola da Capinha é uma das que poderá encerrar, já no próximo ano lectivo. Uma situação que não agrada ao presidente da junta desta freguesia do Concelho do Fundão, Rogério Palmeiro, ao afirmar que “opomo-nos totalmente à possibilidade de encerramento da escola”.

Posição em que garante não estar sozinho, uma vez que “temos o Agrupamento de Escolas João Franco, o qual integramos, bem como a Câmara do Fundão, do nosso lado”.

Mealhada: Escolas do concelho fundem-se num só “mega-agrupamento”

Depois de o Governo ter anunciado a medida que fixa o encerramento das Escolas Básicas do primeiro ciclo com menos de vinte e um alunos, no passado dia 14 de Junho, foi publicada, em Diário da República, e depois de aprovada em Conselho de Ministros, uma reforma que fará com que acabem os chamados agrupamentos horizontais, constituídos apenas por escolas do mesmo nível de ensino. Na prática, e por cada concelho, haverá apenas um “mega-agrupamento”, que terá sede nas escolas secundárias e controlará todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar até ao secundário.
De um modo sucinto, Fernando Trindade, actual director da Escola Secundária da Mealhada (ESM), declara que com esta reforma “os nomes das escolas desaparecem e é criada uma só unidade de gestão, onde haverá apenas um só quadro de pessoal”.

Agrupamento de Escolas de Inês de Castro aponta críticas – “A tutela ignorou todos os timings”

Prazos e autonomia. Professores acusam ministério de lançar o caos na escola.
Factos. O conselho executivo do Agrupamento de Escolas de Inês de Castro foi nomeado por três anos. Veio uma nova lei – que institui a figura de director, nos agrupamentos – e, com ela, as imposições de mudança. Não aceitaram. E o tribunal deu-lhes razão.
Agora, o mandato do conselho executivo chegou ao fim. Entretanto, o conselho geral transitório – cuja directora foi nomeada pela DREC para presidir à Comissão Administrativa Provisória – continua a ser visto como um “órgão gerador de instabilidade”.

Tavira aprova moção contra Mega Agrupamentos de Escolas

O Bloco de Esquerda (BE) apresentou a proposta. A Assembleia Municipal aprovou. Eleitos de Tavira recusam os Mega Agrupamentos de Escolas. E solicitam ao Governo a revogação daquela resolução governamental.

A proposta do eleito do BE em Tavira, José Manuel do Carmo, foi aprovada após duas horas de debate, com apenas uma abstenção, conseguindo o voto favorável da totalidade da bancada do PS.

Dos vários considerandos na proposta, destaque para o facto dos Mega Agrupamentos de Escolas virem a englobar “docentes de níveis de ensino muito diverso e contextos de planeamento de ensino muito diferentes, perdendo por completo a funcionalidade e obrigando ao desdobramento de reuniões por departamentos e grupos de cada escola”.

É recorrente quando aqui se fazem críticas abertas a certas atitudes, palavras ou comportamentos dos sindicatos (vá lá… da FNE e dos outros posso dizer mal… da Fenprof é que não…).

Aparecem logo a dizer que quem não é sindicalizado não deveria criticar o funcionamento dos sindicatos, que se querem mudá-los inscrevam-se e mudem-nos a partir de dentro.

Pois, talvez, quiçá, porventura…

O Gorbatchov fez um bom serviço, mas depois veio o Ieltsin e agora temos o Putin.

Melhor que o Leonid, mas mesmo assim…

Isto para dizer, de novo, que se essa lógica fosse válida, quem assim argumenta não deveria ter o direito de criticar a governação do PS (afinal ganharam as eleições e quem não é de lá, não tem direito a…), nem sequer as tácticas do Sporting, acaso não tenham cartão de militante, desculpem, sócio.

E muito menos criticar a fé religiosa dos outros, aqueles que a não têm.

Deixem-se lá de coisinhas porque quando me dizem que não sou do clube, não posso opinar sobre a forma de treinar, jogar e prestar declarações, apetece-me logo… sei lá…

Mas resisto e não inconfidencio.

Mas apenas direi o seguinte, sem risco de revelar o que é reservado: eu não adopto uma postura em público e outra em privado perante certas situações.

È que as opiniões são minhas, não as dou apenas sob solicitação…

Iunôuóteaimine?

Vamos lá assumir as coisas com clareza: o Ramiro afirma que não quer ter polémicas públicas comigo porque isso não é bom para a luta dos professores.

Mas depois faz mais um daqueles textos enviesados, em que há quem diz, alguém… etc, etc, não nomeando a quem se refere.

Diz o Ramiro, por vezes, outras não, que aprecia o meu trabalho, mas que eu me alimento de guerras blogosféricas para assumir notoriedade, mas que depois o meu blogue representa o pior da classe docente nos seus comentários.

Percebo… eu para comentar lá tenho de me registar obrigatoriamente no blogger e ainda por cima fico sujeito a censura prévia. São opções. A cada um as suas.

E por falar em opções, assumidas de forma clara, eu discordo frontalmente disto:

Bastou a ameaça da criação de mega-agrupamentos para que os críticos do decreto-lei 75/2008 passassem a considerar que o novo modelo de gestão afinal é bom, tem grandes potencialidades e o conselho geral é um órgão democrático, com autonomia e por aí fora.

Este parágrafo é absolutamente mistificador quanto à posição de, estando o 75/2008 em vigor, usar o que ele tem que pode ajudar a combater o desvario dos mega-agrupamentos. Julgo que ou o Ramiro anda a ler mal o que eu escrevo ou então distorce voluntariamente as posições alheias para fazer da sua incoerência, coerência.

E discordo ainda mais frontalmente da atitude subjacente a isto:

Os mega-agrupamentos vão para a frente perante a passividade e alheamento dos professores porque estes não estão dispostos a baterem-se por um modelo de gestão que de democracia não tem nada. E fazem muito bem em ficar quietos. Era o que faltava os professores preocuparem-se com o futuro profissional dos directores!

Porque a mim o que me preocupa não é o futuro profissional dos directores enquanto grupo – sendo que existem excelentes directores no activo – mas sim o destino das escolas em que trabalhamos.

O que o Ramiro – será por falta de presença no terreno? – parece não entender é que os directores e os presidentes dos conselhos gerais podem ser a última linha de defesa contra a completa cilindragem do que resta de bom ambiente de trabalho nas escolas.

Eu percebo que ele não entenda – na prática, no quotidiano diário, sem ser em tese – a diferença entre ter uma liderança de proximidade que, mesmo má, se pode enfrentar nos olhos e uma liderança distante, exercida por interposto comissário.

Percebo que ele ache que, afinal, os professores do ensino não-superior até tinham um estatuto muito favorável… afinal tinham privilégios que os do politécnico e do superior não tinham… eu até entendo isso.

Mas, ao aceitar sacrificar todos os directores sem excepção, esta posição significa a completa rendição dos professores em nome de questiúnculas e invejas pessoais.

Se há directores que merecem ir borda fora?

Há!

Mas será que são eles que vão?

Será que a evolução do modelo para os mega-agrupamentos, mega-departamentos e mega-tudo não é a promoção da indiferenciação, despersonalização e desumanização completa da Educação, prejudicando em primeiro lugar o trabalho com os alunos?

Será que ao Ramiro basta que isto sirva para poupar dinheiro porque a Pátria está em perigo?

E como se conjuga a defesa da apatia com o apelo ao reacender da luta que faz em outro post, paredes-meias com o anterior?

Eu sei que há quem ache que sou demasiado explícito nestas posições e discordâncias, que deveria aceitar pactos de silêncio e uma espécie de tratado de Tordesilhas nestas coisas, mas não está no meu feitio olhar, ver e fingir que não vi ou li.

Dizem-me que não vale a pena… isto está perdido, descansa um bocado, não te exponhas, mostra-te consensual, acomoda-te, faz-te a um convite, a um lugarzinho.

Não consigo, pá!

Um comentador (citizen) lança-me um desafio, escudando-se numa ideia do Miguel Pinto: para eu ser coerente deveria abdicar do contrato colectivo de trabalho e deveria optar por um individual.

Passo então a aclarar a minha posição a este respeito:

  • Tendo sido contratado mais de uma década e entrado para o ex-quadro de escola aos 40 anos de idade, sei o que é trabalhar no arame e já ia com os 30 bem entrados e não sabia se tinha trabalho no ano seguinte (ao contrário de quem à saída do curso se instalou logo em lugar do quadro). Assim como mantive actividade profissional extra-escolar durante muito tempo em regimes variados de prestação de serviços. Para além disso não tenho problemas em afirmar que, neste momento, sou um profissional da docência que, mesmo chato como tudo, não me nego a trabalhar, não preciso que me obriguem a aceitar turmas difíceis, não faço exigências giras em relação a horários e apresento alguns resultados com os alunos. Logo… não me incomodaria nada em termos pessoais optar por um contrato individual de trabalho, mesmo daqueles com prémios progressivos. Ou seja, se tiver de me tornar um free agent... pode ser.
  • Só que… não acho que essa solução que individualmente não me coloca engulhos deva ser a solução generalizada ao sistema de ensino, de colocação, contratação e remuneração da classe docente. Há que saber distinguir entre aquilo que, em termos pessoais, não nos incomodamos de enfrentar e aquilo que achamos ser a melhor solução para o grupo profissional de que fazemos parte.  Não generalizo situações particulares, ao contrário do que por vezes me acusam. Sei distinguir o meu quintal do resto do planeta.Portanto, meu caro citizen, não terei qualquer problema em ser coerente caso o ME ou os seus parceiros negociais decidissem contar espingardas em matéria de coerência e adesão ao modelo do contrato colectivo de trabalho.

“Mega agrupamentos”  vão agravar indisciplina e insucesso escolar

Duas dezenas e meia de directores escolares do distrito de Coimbra manifestaram ontem «grande perplexidade» com a decisão do Governo de criar “mega agrupamentos”, que consideram ser um «novo factor de instabilidade».
«Estamos convencidos de que na constituição destes novos ‘mega agrupamentos’ foram tidas em conta apenas razões de carácter economicista que, a serem postas em prática, se traduzirão numa inequívoca deterioração da qualidade da escola pública, através da desvalorização das questões pedagógicas», afirmam em comunicado.

… mas, afinal, não foi um grande dia para a classe docente como eu vi nos telejornais?

BE e PCP vão pedir apreciação parlamentar do Estatuto da Carreira Docente

O Bloco de Esquerda (BE) e o PCP anunciaram hoje que vão pedir a apreciação parlamentar do novo Estatuto da Carreira Docente (ECD), hoje publicado em Diário da República.

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Façam como antes, em vez de recorrerem ao parlamento ou aos Tribunais, peçam ao Vieira da Silva para interceder…

Dinheiro dos centros escolares será desviado para estrada em Gaia

A  construção dos centros escolares dos Arcos e de Arcozelo, lançada há cerca de três meses, será adiada. A Câmara de Gaia considera “impossível” fazer, de momento, esse esforço financeiro. Por isso, os 3,7 milhões comunitários serão desviados para uma estrada.

Eu sei que há casos exemplares em sentido contrário, mas…

Já recebi uma vintena de vezes por mail, mas não tive paciência para ler os detalhes. Demasiado ambiciosa para ser levada a sério pelo ME.

Fica aqui: revisão curricular.

(c) Francisco Goulão