Sábado, 19 de Junho, 2010


Kate Perry e Snoop Dogg, California Gurls

Caramba, é sábado à noite, alguma indulgência…

E quem diz que não há profundidade em líricas como esta?

California girls
We’re unforgettable
Daisy Dukes
Bikinis on top
Sun-kissed skin
So hot
we’ll melt your popsicle
Oooooh Oh Oooooh

Ou o Snoop Dogg a cantar (?):

Homeboys
Hangin’ out
All that ass
hanging out
Bikinis, tankinis, martinis
No weenies
Just a king
and a queen-ie

Graças a uma indicação do Paulo Prudêncio:

Pelo Agrupamento de Avelar

Um manual interessante que me foi enviado em pdf. Parece ter sido a inspiração para aquelas teses da Parque escolar. Tem mais de 20 MB, se quiserem é pedir por mail.

Diz o autor na abertura:

Currently there is a widespread emphasis on innovative approaches to education which reflects a more personalised conception of learning than prevailed during the 20th century. This reflects the individualistic times in which we live. These theories and many other new ideas must somehow be incorporated by the architect into his or her design. Fundamentally, the architect needs a clear grasp of the educational theory which underpins the work.
The best new school builders recognise that education should lead architecture to the extent that many of the case studies featured here are explicit renditions of the latest educational theories, almost like a three-dimensional curriculum plan. Rightly so in my view; the pedagogical vision is of fundamental importance when designing a new school. If it is to have a direct bearing on the contemporary needs of teachers, pupils and future generations of school users, it must reflect the parallel needs of children’s education and their social development in its design.
Architects who have not as yet designed a school may be asking themselves, what do I know about pedagogical visions? The question around pedagogical visions and space can and should be ordered in a number of alternative ways. The relationship is never linear, where the pedagogical vision dictates the architecture, as might be implied by my question. Rather, education and architecture enter into a relationship where, if everything goes according to plan, the two dimensions mesh together in a symbiotic formula to create a complex
child-orientated environment which enables children to learn and the community to prosper.
The school has always been concerned with radical educational ideas set in new and stimulating settings. It had to be radical because since the beginning of the 20th century it was a system of mass education, constantly reinventing itself to provide more and more educational places of an ever improving quality. There is a similar impulse today, where education includes an ever widening section of the population. For example, the requirement to provide support for working mothers is perceived as a relatively recent phenomenon. It is now broadly accepted as a necessity and implies an extension of care and education downwards and sideways.
Downwards to cater to young children and babies, and sideways to provide breakfast clubs and after school facilities for school age children.
So this is not only about pedagogic visions. The school designer goes further to extend the role of the school to the wider community and to society as a whole. I trust this book will inspire and help design teams to order priorities and create the best possible school environments for all of our futures.

Não é recente, mas a leitura é sempre interessante para se perceber como certas investigações são feitas às arrecuas, ou seja, partindo das conclusões desejadas para os dados recolhidos, as metodologias usadas e os conceitos e paradigmas evocados:

Bias in Social Research

Ficou, de repente, na moda falar do gender gap masculino em termos de aproveitamento escolar. Como se fosse novidade. Há duas maneiras de o encarar, conforme estendamos o olhar. Em regra, mesmo que de modo marginal, o desempenho escolar das raparigas foi quase sempre melhor, mesmo quando elas estavam em minoria nas escolas. No entanto, o feminismo de boa parte da segunda metade do século XX andou a demonstrar o contrário. Quando começaram a fazer as contas mais a sério, percebeu-se que o acesso das mulheres à educação era objecto de discriminação, mas que o seu desempenho se adequava melhor à instituição escolar.

Como comecei a escrever um pouco sobre isso há uma boa meia dúzia de anos, tenho aqui pelos arquivos ainda algumas referências úteis para  arqueologia recente do tema.

Por exemplo, de 2000:

‘You can’t read a book when you’re on a bike’: gender and achievement in the middle years

Chegado por mail:

Olá Paulo,

Consta por aqui, que numa reunião secreta, que ninguém assume, foi dito aos Directores que todos os Agrupamentos do Distrito de Bragança iriam perder os Directores, e que seria assegurada a Gestão por uma equipa na sede de Distrito. O mais surpreendente é que outra fonte me revelou que os directores resignados apenas tentaram impor que o Distrito fique com dois órgãos destes um na parte sul (Mirandela) e um na parte norte (Bragança) Sabe de algo parecido pelo país? Será isto verdade? Que a reunião com os Directores do Distrito aconteceu, isso é verdade.

Abraço.

Também no Expresso (notícia sem link), o agora visível secretário de Estado Trocado da Mata surge em declarações sobre o encerramento de escolas que poderiam estar num qualquer comunicado de imprensa, sem qualquer pó de pensamento original.

As escolas fecham-se porque as «estatísticas têm vindo a mostrar» que nelas o insucesso é maior (e há estatísticas que demonstrem que esses mesmos alunos passam quando em outras escolas?), que há «isolamento profissional» dos professores (mas afinal não há banda larga e telefónica em todo o país?) e que uma escola pequena «não promove uma rede de sociabilidade» e tarátátá, aquele tipo de chavões que cansa reler.

Giro mesmo é argumentar que numa escola pequena não há condições para a «diversificação de estratégias de ensino e aprendizagem».

Se há algo que escolas pequenas obrigam a adoptar é exactamente essa diversificação de estratégias. É mesmo uma condição sine qua non.

O que ao secretário de Estado Trocado da Mata não disseram é que a existência de grupos heterogéneos até pode promover uma troca de experiências e de apoio entre alunos mais velhos em mais novos. Não é a solução ideal mas, como diz Lícinia Freitas, professora na aldeia da Ventosa «prefiro ter 10, 12 alunos de níveis de ensino diferentes do que uma turma de 25 do mesmo ano».

Mas isso Trocado da Mata não percebe, porque ele só percebe de números. É uma espécie de jovem Carlos Zorrinho em ascensão e disponível para assumir em público argumentos cuja fundamentação desconhece, não faz ideia como foram formados e certamente seria incapaz de defender num debate que exigisse, mais do que debitar dados estatísticos, uma qualquer forma de reflexão própria sobre o tema.

O Expresso traz hoje uma peça sobre a epidemia de atestado médicos que costuma acontecer por altura da necessidade de corrigir e classificar os exames do 9º ano e Secundário.

Para que a minha declaração de desinteresse se lavre desde já, acho que em mais de 20 anos apenas recorri uma vez a um atestado médico e nem o desfrutei até final.

Assim como sempre que fui convocado para classificar provas de aferição, fui e não adoeci. Num dos casos até substitui uma colega que, ela sim, estava verdadeiramente adoentada e sem condições para ir fazer a classificação que, na altura, era de 100 provas ou mais.

Portanto, não me sinto atingido directamente pela suspeita lançada sobre a eventual desonestidade ética que é a insinuação partida do Ministério da Educação, com a activa participação do Júri Nacional de Exames.

Mas sinto-me indirectamente atingido pela dúvida generalizada lançada sobre a classe dos docentes relapsos, que até adoecem falsamente para não corrigirem exames.

Nestes casos – mesmo em situações de proximidade, quando em escolas por onde passei era prática fazer avisos gerais sobre algumas más práticas – a minha atitude é sempre a mesma: em vez de lançarem para o ar a dúvida generalizada, façam o favor de fiscalizar as ocorrências com um perfil suspeito. Não se escondam atrás de declarações como as atribuídas na peça aos inspectores que afirmam sentirem-se «impotentes e alegam não ter competências para fiscalizar as baixas».

As coisas não são bem assim.

Desde logo, ao nível da própria escola é muito fácil os órgãos de gestão saberem quem está a usar truques e está nas suas mãos despoletar um processo de fiscalização.

Não venham com tretas.

Vamos falar das coisas como elas são:

  • Há quem esteja efectivamente demasiado cansado no final do ano para assegurar com qualidade o trabalho, que deve ser sério e rigoroso, de avaliar exames. Essas pessoas fazem bem em pedir atestado para não cumprirem tal tarefa para a qual muitas vezes são convocados pelo JNE, ano após ano, enquanto há quem nunca seja convocado, com a  alegação de não estarem a leccionar 9º ou 12º ano.
  • Mas também há quem faça gala de exibir esses tais atestados com ar de gozo, enquanto estão a fazer as reservas para um par de semanas naquelas estâncias caribenhas ou nordestinas de onde vêm com uma enorme riqueza de experiências e estórinhas para contar em Setembro. MAs esses sabe-se bem quem são. Se há quem não actue… isso lá saberão porquê. Aliás, quem recorre a estes truques sabe, em muitos casos, que beneficia de protecção.

O resto é conversa da treta para justificar a falta de uma alegada tranquilidade necessária para a correcção dos exames e o mal-estar existente nas escolas.

Se há mal-estar nas escolas actuem em conformidade.

Deixem de molhar toda a gente com o borrifador. Actuem de forma cirúrgica. Com tanto controle central da vida das escolas, é fácil saber quem adoece sempre na emsma altura.

Deixem de ofender todos por causa de alguns.

A menos que queiram ser chamados todos de incompetentes no JNE ou GAVE por cada falha encontrada em exames que têm meses para ser preparados.

Nota final: atendendo a um par de mails ou telefonemas que recebi a respeito desta matéria há uns quantos dias – que não do Expresso – dá-me a sensação que este tema de actualidade foi barro atirado á parede pelo ME/JNE a ver onde pegava… E pegou num par de paredes…

A urna com os restos mortais de José Saramago chegou em avião militar, com a companhia da actual Ministra da Cultura. Na SIC ouço que chegou de forma discreta, mas as televisões e diversas personalidades estavam lá.

Aqui há algo que sinto não bater certo com as posições públicas de Saramago. Posso estar a ser injusto, mas acho que – em coerência – deveria, em vida, ter deixado algo que impedisse este tipo de exposição pública e mediática do seu desaparecimento.

Deve ter sido por uma qualquer variedade de jet-lag ou cansaço que ontem me apanhou, que nem tive tempo para reparar que os resultados nacionais das provas de aferição já tinham sido divulgados com a habitual conversa que mais obscurece do que revela sobre o que se passou. Descidas tornam-se estabilizações, enquanto subidas mínimas se tornam ganhos importantes.

A versão oficial está aqui, com os links para os relatórios parciais por ano e disciplina.

  • Os resultados do 4º ano revelam, efectivamente, o que se pode designar como estabilização. Pelos vistos só temos 8-9% de alunos a não dominar convenientemente a Língua Portuguesa e 15% a Matemática.
  • Já os resultados do 6º ano são um pouco piores: o sucesso desceu 3 pontos em Matemática de 80% para 77%, o que é estranho com tanto PIM-PAM-PUM. Em Língua Portuguesa a evolução é menos sensível para 2009, embora se tenham perdido 5 pontos desde 2008.

Mas há algo mais interessante ao nível da qualidade do sucesso, ou seja dos níveis de classificação mais altos (A e B). A queda é significativa, de 37% para 30%, algo que eu já tinha previsto com base em vários indícios e pistas.

Desde logo o facto de, pela primeira vez, a correcção formal (ortográfica, por exemplo) das respostas abertas ser contada para efeitos de classificação, retirando um ponto em diversas questões a quem se enganasse na pontuação ou na ortografia (cf critérios a partir da questão 2). Até agora, a incorrecção da ortografia e da pontuação de respostas que tivessem o sentido correcto não era penalizada. Na prova deste ano – e acho que correctamente – já já foi. Mas apenas na prova do 6º ano. Não na do 4º.

O que significa isto?

Que alunos que antes teriam A, o nível mais selectivo, agora com esta ligeira alteração dos critérios de classificação, passaram a ter B. E alguns passaram do que seria um B para o C que engordou resultados (na parte positiva da tabela é o que tem um intervalo mais amplo de resultados).

Significa que a prova de LP se tornou mais selectiva na classificação.

O que, em si mesmo, é algo bom.

Mas isto não foi aplicado ao 4º ano.

Nem foi explicado nada disto à opinião pública, nem sequer nas orientações para a leitura dos resultados pelos encarregados de educação.

E é por aí que passa um dos erros do ME, que é o de não saber (ou querer) contextualizar os dados que fornece e as variações verificadas.

Porque, por técnicas que pareçam, estas ligeiras variações nos critérios de classificação (em especial do caso de LP), no maior peso dado ao conhecimento explícito da língua e a antecipação da data da realização da prova, podem explicar a descida (ou estabilização).

Não há que recear explicar isto.

As mudanças nos critérios até foram para melhor. Por uma vez, foram para melhor. Agora mantenham e, já agora, estendam-nas à classificação das provas do 4º ano.

E expliquem isso quando tentam contextualizar os dados de forma diacrónica.

O GAVE acaba de dar a conhecer umas interessantes Orientações para a Leitura dos Resultados dos Alunos nas provas de aferição deste ano.

Destinam-se principalmente aos Encarregados de Educação e são úteis – até para professores menos rotinados nisto – mas é algo ridículo que elas surjam quando o ano lectivo terminou.

Aliás, apesar da antecipação em duas semanas da realização das provas, os resultados chegaram na mesma altura do costume e, por exemplo, há professores que já não tiveram aulas com as turmas quando tiveram acesso aos resultados (houve quem os conhecesse apenas na 4ª ou 5ª feira).

Claro que há sempre a hipótese dos resultados serem publicitados e deles haver conhecimento, mas mesmo assim foi tarde que as coisas aconteceram.

Mas, admito-o, foi uma boa iniciativa a desagregação dos resultados por competência, embora faltem ainda ali alguns detalhes.

Só que não é apenas isso que me faz escrever este post.

O que também me traz aqui é a quase inevitabilidade da descida dos resultados nas provas de aferição deste ano. Refiro-me às que conheço mais de perto, que são as do 6º ano.

A aposta anterior num mandato de subida contínua de resultados conduziu, em especial em Língua Portuguesa, o sucesso a um patamar inusitadamente alto.

Este ano, uma ligeira alteração nos critérios de classificação e a deslocação da data de realização da prova, criaram uma ligeira perturbação que vai certamente reflectir-se nos resultados nacionais.

Em termos locais, a impressão geral é que os resultados desceram um pouco em todo o lado.

Algo que era previsível pelas tais raões apontadas: a artificialidade do crescimento anterior desenhado para um mandato de sucesso que entalaria quem viesse a seguir e as alterações deste ano.

Na minha escola a quebra foi ligeira em LP e mais acentuada em Matemática. Mas relevante foi a quebra dos resultados mais altos (nível A). Este fim de semana vou fazer a análise desagregada por competência dos resultados.

Mas espero a divulgação dos resultados nacionais para (re)tirar conclusões mais alongadas. Quer-me parecer qu, em termos de sucesso global, a quebra nacional até terá sido maior do que os 2-3% que nós perdemos em LP no 6º ano.

A partir de agora era interessante que o calendários e regras de classificação estabilizassem por uns anos. Para ser possível fazer um trabalho (a) sério sobre isto. Enquanto navegarmos de acordo com o vento dos calendários eleitorais nada feito…

Só dois comentários: se é por causa da capacidade de ser um case-study, há catástrofes que também o são. Não é argumento, muito menos sem qualquer estudo que se conheça sobre o impacto favorável da iniciativa (e olhem que, para abrir, os resultados das provas de aferição, pelo menos do 6º ano, devem dar umas pistas…). Quanto ao chavão da mudança de paradigma, pensava que estávamos livres de ler/ouvir isso desde que o pai da nação se aquietou.

Don Tapscott afirma que o programa e-escolas é um ‘case-study’ internacional.

Alunos que gostam de estudar, que comunicam entre si, que participam e que mostram entusiasmo nas aulas é o que Don Tapscott, professor da Universidade de Toronto, no Canadá, consultor e autor de 13 livros sobre o impacto das novas tecnologias na sociedade e nos negócios, garante que o projecto e-escolas traz à educação.

“Uma mudança de paradigma que se consubstancia numa relação diferente entre aluno e professor e numa aprendizagem colaborativa”, destacou o guru, ontem presente na conferência sobre “A Escola do Futuro na Era da Comunicacao Digital”. Don Tapscott tem defendido o projecto e-escolas como um ‘case-study’ a seguir nomeadamente pelos Estados Unidos.

… porque o que eu ouço de algumas destas acções de formação, animadas quantas vezes por psicólogos que nunca estiveram numa escola mais tempo do que o necessário para as acções de formação é só rir, só rir.

Mas como estou proibido de dar uso ao teclado nesta matéria por instruções imperativas, guardarei para outra altura…

Governo vai dar formação a docentes na área de gestão e resolução de conflitos nas escolas

Por ser da terra onde vivi 33 anos, por ser animado por dois amigos, até por ter a abrir uma foto do (escasso) espólio familiar. E pedindo desculpa ao Carlos e ao Luís por não ter tido mesmo tempo para ajudar em nada…

Tenho o prazer de, por esta via, vos convidar para a apresentação de “O Portal de Informação sobre Alhos Vedros”.

Pretende-se com este Portal recolher informação Histórica, Patrimonial, Associativa, Cultural, Desportiva, Comercial e Industrial sobre Alhos Vedros, assim como as notícias mais relevantes sobre esta ancestral Vila.

O motivo para esta pequena apresentação é, não só dar a conhecer o mesmo e discutirmos durante 30 a 40 minutos, mas também recolher junto de vós opiniões e/ou colaboração dentro das possibilidades de cada um.

É também pretensão que o Portal não passe por ser um mero arquivo, mas sim algo de interactivo, pelo que, além de se pretender publicitar eventos, sejam eles Culturais ou Desportivos, será também disponibilizado um Fórum permanente de cidadania, com diversos e prementes temas sobre os mais diversos assuntos da nossa Vila na área a isso reservada e como parte integrante do referido Portal.

A apresentação do Portal de Alhos Vedros está planeada para dia 19 de Junho às 19 horas com projecção em grande formato, seguido de um pequeno beberete, nos Arquivos Guerreiro, Rua Duarte Pacheco nº4, em Alhos Vedros, entre as bombas de Gasolina e a Ex- Helly Hanson e perto da discoteca Kleópatra .

Como convidado e anfitrião, Luís Cruz Guerreiro fará também uma breve apresentação da sua nova página que engloba também uma Loja para venda da sua Azulejaria Artística online.


Respeitosamente e esperando a receptividade de todos, subscrevo-me com amizade,

Agradeço a vossa confirmação.


15 de Junho 2010

Carlos Gonçalves

Lisboa, 1982

Era como que uma continuação do Tintin

Tinha Astérix, Lucky Luke, Valérian, Iznogoud, Michel Vaillant…

Art Brut, Direct Hit

Como são dados do MAI, não devem ser comunicados à OCDE…

Agressões a professores e funcionários aumentam quase 40%, a alunos diminuem 22%

O número de agressões a professores e funcionários aumentou quase 40 por cento em 2008/09, face ao ano letivo anterior, enquanto em relação aos alunos registou-se uma diminuição de 21,8 por cento, segundo dados do programa Escola Segura hoje divulgados.