Recordemos: a 15 de Março é divulgada uma inusitada proposta de revisão do ECD onde estão contempladas questões nunca antes negociadas ou anunciadas.

Há burburinho. Antes o SE Ventura surgira a pedir tempo à Fenprof.

A proposta vai e vem e a a 24 de Março há nova reunião e tudo parece sanado desta maneira:

Segue-se um novo monólogo da Fenprof, com a única novidade de, desta vez, parecer haver mais uma pessoa a falar, o João Paulo Videira.

Se repararem, nas reuniões anteriores, apesar da dimensão da delegação sindical, mais nenhum dos presentes parece gter dito seja o que for.

Tipo deputados das últimas bancadas. Estão lá para se informarem, não para opinar. Pelo menos oficialmente.

Tudo parece estar encaminhado. O ME quer avançar para o processo legislativo. Mário Nogueira chama a atenção para um detalhe curioso:a proposta do ME corresponde ao que ficou acordado mas, pelos vistos, o que ficou acordado tem coisas perniciosas se forem implementas:

:mrgreen:

Não se fala de concursos, de avaliação nos concursos ou seja no que for.

Neste momento – 24 de Março – não é muito credível que o Aviso de Abertura (publicado em Diário da República a 9 de Abril) não estivesse em preparação ou mesmo já redigido.