Era criminoso para o nosso sistema público de ensino não ter feito nada para encerrar as escolas com menos de 20 alunos [e] é por isso que vamos continuar com esse esforço

 Chegam à escola já vindos de um recreio forçado, aparecem eléctricos na primeira aula, algo que irá ser reforçado no primeiro intervalo.  Mas o Ministério tem, em cada autocarro, um assessor de autocarros que toma notas.

Tanto que ao almoço não haverá filas disfuncionais, os grandes nunca deixarão os pequenos para últimos, a não ser que valha a pena bater mais.

A volta a casa será única todos os dias, é sabido aonde estarão as vítimas. E nós sabemos o quanto as crianças conseguem ser cruéis, apenas enquanto crianças; levadas sim, serão o que o sr. Sócrates pretende, o caos comunista.

Mas voltemos aos autocarros que levarão o futuro deste país à escola:

– Serão veículos devidamente seguros ou aqueles das autarquias?

– Haverá acompanhamento, além do do motorista da “cambra”?

– A Escola Segura estará em qualquer “paragem”?

Em suma, quem pagará pelo fiasco e pela dor, um tal de Sócrates que nunca cumpriu? Com nada, coisa nenhuma.