Sábado, 5 de Junho, 2010


A partir do site do SPN:

Proposta de Mega – Agrupamentos

Região Norte

Distrito: Viana do Castelo
Concelho: Ponte de Lima
– EB 2,3 António Feijó + 27 escolas EB1 e JI;
2033 alunos; Distância máxima entre escolas: 40 km
– EB 2,3 / Secundária Arcozelo + escolas EB1 e JI;
1489 alunos; Distância máxima entre escolas: 40 km

Distrito: Braga
Concelho: Amares
– EB 2,3 Amares + 50 escolas EB1 e JI;
2000 alunos; Distância máxima entre escolas: 47 km
Concelho: Vieira do Minho
– EB 2,3 Vieira do Araújo
1800 alunos; Distância máxima entre escolas: 60 km
Concelho: Vila Nova de Famalicão
– EB 2,3 Ribeirão
2300 alunos;

Distrito: Vila Real
Concelho: Chaves
– EB 2,3 Nadir Afonso + 64 escolas EB1 e JI;
1838 alunos;
– EB 2,3 Gonçalves Carneiro + 45 escolas EB1 e JI;
1579 alunos;
Concelho: Vila Real
Agrup. Horizontal D. Dinis:
42 escolas
1180 alunos

Agrup. Vertical Monsenhor Jerónimo do Amaral:
63 escolas
1837 alunos
Concelho: Mondim de Basto
Agrup. Vertical (com Secundário) :
36 escolas
1639 alunos

Distrito: Aveiro
Concelho: Arouca
– EB 2,3 Arouca + 44 escolas EB1 e JI + 2 EBM;
2000 alunos; Distância à escola sede: 40 Km
Concelho: Oliveira de Azeméis
– EB 2,3 Bento Carqueja + 27 escolas EB1 e JI;
2300 alunos;
Concelho: Ovar
– EB 2,3 António Dias Simões + 2 Agrupamentos horizontais (14 escolas EB1 + 9 JI);
2350 alunos;
Concelho: Santa Maria da Feira
– EB 2,3 Fernando Pessoa + 28 escolas EB1 e JI;
2366 alunos;
– Agrupamento Carlos Alberto + 17 escolas EB1 e JI;
1672 alunos;
Concelho: Vale de Cambra
– EB 2,3 Vale de Cambra + 50 escolas EB1 e JI;

Distrito: Porto
Concelho: Felgueiras
– EB 2,3 Felgueiras + 17 escolas EB1 e JI;
2500 alunos;
– EB 2,3 Lagares + 22 escolas EB1 e JI;
2700 alunos;
Concelho: Vila Nova de Gaia
– EB 2,3 Valadares + 12 escolas EB1 e JI;
2508 alunos;
– EB 2,3 Soares dos Reis + 6 escolas EB1 e JI;
2200 alunos;
– EB 2,3 Olival + 24 escolas EB1 e JI;
2149 alunos;
Concelho: Porto
– EB 2,3 Gomes Teixeira + 10 escolas EB1 e JI;
2427 alunos;
Concelho: Vila do Conde
– EB 2,3 Mindelo + 37 escolas EB1 e JI;
1974 alunos;

 
Já há directores de agrupamentos a serem chamados às direcções regionais, para tomarem conhecimento da “onda”. Um exemplo: Mangualde, no distrito de Viseu, tem 3 agrupamentos, cada qual com um número razoável de alunos; os 3 directores já foram à DREC para lhes ser lida a “cartilha”; fundir-se-ão num único mega-agrupamento!
 
Os mega-agrupamentos já começaram com a empresa “Parque Escolar”, que sob a capa da remodelação arquitectónica também remodelou a organização da rede escolar, concentrando todos os serviços e anos de escolaridade num mesmo edifício.
Na cidade do Porto, está previsto nos estudos dos burocratas da DREN, o encerramento das E.B.2,3 até 600 alunos (sim, 600), transferindo estes para as Secundárias remodeladas. Mega-Escolas de 1500 alunos, aí virão…

Neste caso, temos uma escola na qual, em função de reclamações de docentes quanto à sua classificação, foi feita uma reclassificação de todos, o que implicou que, para que alguns subissem, outros descessem, com as classificações dita de mérito a fazerem uma espécie de montanha russa pelo corpo docente.

Admirável.

Como admirável é a ideia – racionalizadora do tempo – de colcocar um cronómetro no Conselho Pedagógico para contagem do tempo de cada intervenção e as parar ao fim de 30 segundos.

Verdade se diga que com esta medida, em alguns casos, eu até quase concordaria…

Governador civil terá dito: «Quando é necessário mentir, tenho que mentir»

(…)

Numa pergunta dirigida ao MAI, a que a Lusa teve acesso, o parlamentar social-democrata refere que as declarações de Jaime Estorninho terão sido proferidas durante uma palestra, promovida por uma escola profissional, sobre «Ética Profissional».

«Perante a presença de alunos, professores e outros oradores, com um tema que visava reflectir sobre princípios e valores, efectuou o senhor governador uma breve intervenção, mas com conteúdo não compatível com o seu estatuto e responsabilidade», lê-se no texto enviado ao MAI.

O deputado do PSD Cristóvão Crespo questionou esta sexta-feira o Ministério da Administração Interna (MAI) sobre uma declaração do governador civil de Portalegre, Jaime Estorninho, em que este terá afirmado que «quando é necessário mentir tenho que mentir».

Como aquela da repetição dos exames.

Regimes diferentes para o 8.º ano em vigor este ano podem violar a Constituição

Despacho governamental cria um sistema de benefício injustificável para os alunos que não cumpriram, frisa constitucionalista.

Manuela Ferreira Leite falou um dia – para clamor geral – que a solução para governar (sem o saber evocava o regime excepcional original da ditadura em Roma) poderia ser a de suspender a democracia por seis meses.

O anterior e este governo preferem suspendê-la de forma casuística, por despacho, decreto, portaria ou outro artifício (i)legal.

Cada escola escolhe exames para ‘saltar’ o 9.º ano

Alunos com mais de 15 anos que chumbem no 8.º ano vão poder fazer exames de equivalência para chegar ao 10.º.

Isto significa que quem chumbar pode ir já do 8º para o 10º ano, enquanto quem passar de forma regular só lá chega no ano seguinte.

Não acham giro?

Este ano lectivo e pela primeira vez os alunos com mais de 15 anos, que frequentem o 8.º ano, vão poder fazer fazer exames de equivalência ao 9.º ano. Para “saltar” o último ano do 3.º ciclo, estes estudantes fazem os exames nacionais de Português e Matemática e nas restantes disciplinas fazem as provas feitas por cada escola. Só aqueles que vão chumbar no 8.º é que podem propor-se a exame.

Já alguém comentou, e não sem razão, que a constituição de mega-agrupamentos com as Escolas Secundárias no topo pode ser um esxcelente negócio para a Parque Escolar que fica a um despacho, portaria ou decreto-lei de ter 0 controle de todas as estruturas do nosso sistema “público” de ensino.

Lebanon (N. Jersey), Vanguard Productions, 2001