Ontem houve nova sessão para aferição dos critérios de classificação das provas de aferição de LP (6º ano). Em conversa com colegas de outras escolas muita coisa se vai sabendo sobre as boas práticas das boas lideranças. Desde logo a forma como ignoram e cilindram o despacho que dispensa os professores classificadores de cumprirem a componente não lectiva na escola.

Assim como se vão descobrindo as 1001 artimanhas que presidem à elaboração dos horários nessa matéria, mesmo após visitas da inspecção. E é isso que sempre me espanta: a conjugação entre a cegueira institucional e o medo individual perante os atropelos que, de forma constante, certos senhores feudais continuam a praticar nas suas coutadas particulares.

Confesso que tenho cumprido parte da minha componente não lectiva (em especial no caso das tutorias e comparência a reuniões), mas porque decidi fazê-lo. Nunca por me retirarem um direito claramente estabelecido.