No caderno P2 do Público de hoje sobre a forma de tratar historiograficamente o Estado Novo, a pretexto da visão incluída na História de Portugal de Rui Ramos.

Muitos dos argumentos que por lá passam, e espero mais logo colocar aqui, já os discuti há quase 20 anos quando passei pelo mestrado em História Contemporânea da FCSH e em que, mesmo não partilhando das teorias actuais de Rui Ramos, era demasiado heterodoxo para alguns vultos que consideram a História uma coutada para legitimar o seu próprio passado ou as opções do presente.

No entanto, todas as perspectivas são legítimas, desde que explicitados os pressupostos. Depois é nossa função saber fazer o cotejo das versões e o expurgo possível das contaminações.