Segunda-feira, 17 de Maio, 2010


… na escolha das fotos que a comunicação social faz para ilustrar notícias como esta.

… o que alguns de nós nos fartamos de dizer que falta nas escolas? Equipas multidisciplinares com técnicos especializados de acordo com as necessidades de cada realidade escolar?

Acompanhamento nas escolas reduz chumbos em um terço

O programa EPIS já conseguiu evitar o chumbo de três mil alunos portugueses entre os 13 e os 15 anos. Especialistas defendem alargamento a mais escolas.

São professores, psicólogos ou assistentes sociais que desempenham o papel de mediadores entre a escola e os alunos. Três dias por semana trabalham com os alunos competências não cognitivas como a organização do tempo e do estudo, a gestão da ansiedade, a motivação ou a auto-estima.

O sucesso está à vista: do universo de 15 mil alunos do 2º ciclo do ensino básico abrangidos pelo programa EPIS (Empresários pela Inclusão Social), um terço evitou a reprovação. A conclusão é do investigador Pedro Martins, responsável pela avaliação do programa. “Os resultados indicam que o programa EPIS reduz os níveis de reprovação em pelo menos 10 pontos percentuais. Dado que a taxa de reprovação global nas escolas consideradas é de cerca de 30%, o efeito do programa parece ser bastante significativo”, pode ler-se nas conclusões apresentadas por Pedro Martins sexta-feira, numa conferência do Banco de Portugal sobre Desenvolvimento Económico Português no Espaço Europeu.

Porque é útil saber…

Órgãos administrativos dos agrupamentos/ escolas – a tomada de decisões

PSD quer desempregados a trabalhar de graça

Ministra do Trabalho prevê descida do desemprego em Abril

Sócrates sobre Passos: “para dançar tango são precisos dois e eu não tive parceiro durante meses”

Se com a equipa anterior o órgão se tornou uma correia de transmissão e legitimação das políticas do ME, com esta equipa tende a tornar-se uma correia de transmissão das não-políticas do ME:

Eleições para o Conselho das Escolas

As eleições para o Conselho das Escolas, destinadas a eleger os membros que irão integrar este órgão consultivo do Ministério da Educação (ME), no triénio 2010-2013, vão decorrer no dia 15 de Julho.

Jerónimo de Sousa anuncia moção de censura ao Governo

Cavaco Silva vai fazer declaração sobre casamento gay

Colaborei com um texto que espero não estar demasiado desactualizado ao fim de poucos meses de produção, mas não vou poder estar presente porque é em cima do final das minhas aulas desse dia e tenho outro compromisso em Lisboa à noite.

Facebook pode perder o Farmville

Porque há uma diferença, não propriamente dispicienda…

Sócrates diz que comissão não encontrou qualquer facto que o contrarie

Caro colega

Reflexão

O inquérito ao suicídio do meu colega de disciplina de  Fitares  parece estar fora do prazo ordinário de instrução (o despacho de instauração é  de 12/03/2010 e foi-me lido no dia 07/05/2010 pelo inquiridor).

No caso de  um inquérito, a  lei remete-nos para o prazo de instrução do processo comum (artigo 27.º, n.º 3 do estatuto aprovado pela Lei 58/2008).

O prazo ordinário da instrução é, por conseguinte, o de 45 dias úteis (artigos 39 do estatuto e artigo 2.º da lei preambular do estatuto).

O prazo extraordinário  pode ir até seis meses (artigo 6.º, n.º 4 do estatuto).

O prazo ordinário de 45 dias úteis só pode ser excedido mediante autorização do Director Regional de Educação e em caso de excepcional complexidade (artigo 39.º, n.º 1 do estatuto).

Pergunta-se:

1 – Existe essa autorização?

2 – Quais são os factos de «excepcional complexidade» ?

Prof José Luz

Passos Coelho assina óbito do inquérito a Sócrates

Líder do PSD pouco entusiasmado com resultado final, mas deputados pedem prudência. PS fala de um partido a duas vozes.

Definitivamente, quaisquer que sejam as conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso PT/TVI, as consequências políticas para José Sócrates e para o Governo serão nulas. Ontem, em entrevista ao JN, Pedro Passos Coelho, o novo líder do PSD, assinou o óbito (político) da CPI, ainda antes de os trabalhos terminarem: “Não me parece que a comissão se encaminhe para conclusões categóricas”, declarou.

Ora, sem conclusões categóricas, vale um princípio fundamental no direito português, o in dubio pro reo – em caso de dúvida, absolve-se o réu, José Sócrates. Agostinho Branquinho, deputado do PSD que integra a CPI, pede prudência nas leituras: “Até ao momento em que a entrevista foi dada, existiam uns elementos. Para a semana, chegam mais, como as respostas do primeiro-ministro”, declarou ao DN, recusando a ideia de que a direcção do partido tenha enterrado a CPI: “Não há nenhuma orientação política no sentido de abrandar o trabalho e o ritmo da comissão. Os deputados do PSD continuam a fazer reuniões para preparar as matérias e a colocar todas as questões às pessoas que vão prestar depoimento”, garantiu ao DN Agostinho Branquinho, um dos mais activos deputados social-democratas da CPI.

Frasquilho elogia para o estrangeiro Governo do PS

Vice da bancada do PSD assinou documento do BES a defender o Governo e a afastar uma crise política. Virou arma socialista.

Dias antes de acusar o ministro Jorge Lacão de negar a realidade da crise como o ministro da Propaganda de Saddam Hussein negou a derrota na guerra, Miguel Frasquilho, o rosto da bancada do PSD para as questões financeiras, assinou um relatório em que elogia a consolidação das contas públicas do Governo de José Sócrates e diz que a queda do rating da dívida portuguesa não reflecte o estado da economia.

O documento intitulado A Economia Portuguesa – Maio de 2010 dirige-se a potenciais investidores estrangeiros. Frasquilho assina à cabeça o estudo que foi fechado antes de selado o plano de austeridade, que passa por subida de impostos, entre o Governo e o PSD.

Hermann, Bois-Maury (o único que vai no 3º bom dia…)