Domingo, 9 de Maio, 2010


… que o futebol já cá canta e Fátima está ao virar da esquina.

Com 6 mais 8 milhões de portugueses felizes, a crise só segue daqui por uma semana.

Espreitar aqui, mas sem dizer a ninguém…

Agora somos bastante fortes no núcleo fundamental do movimento sindical para poder subordinar à nossa influência e à disciplina proletária geral tanto os elementos não comunistas, atrasados ou passivos, dentro dos sindicatos, como os sectores de trabalhadores que em alguns aspectos continuam a ser pequeno burgueses. (p. 4)

O capitalismo lega inevitavelmente ao socialismo, por um lado, as velhas diferenças profissionais e corporativas entre os operários, formadas no decurso dos séculos, e, por outro lado, os sindicatos que só muito lentamente, no decorrer dos anos, se podem transformar e transformarão, em sindicatos de indústria mais amplos, menos corporativos (que englobam indústrias inteiras e não só corporações, ofícios e profissões). Depois, através destes sindicatos de indústria, passar-se-á à supressão da divisão do trabalho entre os homens, à educação, instrução e formação de homens universalmente desenvolvidos e universalmente preparados, homens que saberão fazer tudo. (p. 23, destaques do original, tirando o primeiro porque me escaparam os dedos)

A República estava a 3,5 € a unidade. O Anti-fascismo estava a 1 e 2.

Sempre se completam umas lacunas na herança paterna.

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