Sexta-feira, 7 de Maio, 2010


É capaz de não ser um acaso que as duas edições mais vistas do Plano Inclinado tenham sido dedicadas à Educação e, em particular, ao ensino não-superior, com destaque para a intervenção da colega Carmo Vieira com mais de 30.000 visualizações.

Confirmar aqui.

Será que é isto que incomoda? A quem?

… continuam as agressões e a opacidade…

Aluno agrediu professora durante uma aula

Docente apresentou queixa na PSP

Um aluno do 10º ano agrediu uma professora durante uma aula. A agressão aconteceu há mais de um mês, no último dia de aulas antes das férias da Páscoa, na Secundária de Ermesinde, em Valongo, mas só agora foi tornada pública.

Durante uma aula, um aluno do décimo ano do curso profissional de design gráfico terá agredido uma professora. Depois disso ainda terá recusado abandonar a sala.

A docente apresentou queixa na PSP de Ermesinde e a escola comunicou o caso à Direcção Regional de Educação do Norte.

Em declarações à Lusa, a DREN afirmou que a escola «actuou no âmbito das suas competências».

Um deles os participantes. Será que por lá andarão, cordatos, algumas das vozes dissonantes de outrora?

Tomem bem atenção aos prelectores… e relembrem algumas nomeações, mais ou menos recentes…

Directores das escolas preparam-se para novos modelos de gestão

Começa amanhã um programa promovido pela Microsoft Portugal em parceria com o Ministério da Educação com vista a preparar os directores das escolas do ensino básico e secundário para os novos modelos de gestão das escolas.

Denominado Líderes Inovadores, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais nas áreas da “gestão estratégica, marketing, liderança e inovação, gestão de equipas”, avança a tecnológica em comunicado.

Workshops, formação online, trabalhos autónomos, conferências e debates são algumas das modalidades de formação previstas, numa acção com o objectivo de “incutir maior responsabilização e pro-actividade aos profissionais da educação, promovendo uma mudança organizacional nas escolas”, detalha a mesma fonte.

O programa desenvolve-se em três etapas. A primeira fase, com início amanhã, na Universidade Lusófona, será constituída por workshops. A segunda etapa está orientada para a realização de um plano de melhoria e desenvolvimento para a escola e a terceira passa pela avaliação da implementação dos planos de melhoria.

Dezembro de 2010 é a data prevista para conclusão dos trabalhos.

A coordenação científica está a cargo de José Canavarro (professor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado) e entre os especialistas convidados estão confirmados os nomes do ex-ministro da Educação Roberto Carneiro e dos professores universitários Jorge Adelino Costa (Universidade de Aveiro), Manuel José Damásio (Lusófona) e Natércio Afonso, que coordenou o estudo do Ministério da Educação sobre “Aprendizagem na Educação”.

Presença assegurada serão também os responsáveis de empresas (que acompanharão a criação e implementação dos Planos de Melhoria nas Escolas) como a NDrive, Sumol/Compal, Merck, Parpública, BESI, CIP, BluePharma ou de instituições bancárias como o BES ou Montepio.

Sol, 7 de Maio de 2010

Vamos lá esclarecer algumas coisas acerca da notícia acima.

Antes de mais referir que as citações que me são atribuídas estão correctas e não foram descontextualizadas. Apenas acrescentaria que durante a conversa terão existido duas outras passagens significativas não transcritas:

  • De início, o facto de eu ter caracterizado este incidente como um «epifenómeno» lateral ao que mais interessa, resultando mais de uma necessidade da Fenprof demarcar o seu território (monopólio) nos media.
  • A finalizar, por entre o meu riso, a resposta à questão sobre se eu considerava fechar o blogue, tendo eu dito que essa tentação me deu quando andava extremamente cansado há uns meses, mas que isso nunca aconteceria perante ameaças ou num contexto em que acho que o papel do Umbigo ainda é útil.

Agora dois esclarecimentos sobre deduções da jornalista Margarida Davim com base em textos meus no blogue:

  • Não acho propriamente que os juristas da Fenprof não deram pela coisa (avaliação a contar na graduação para concurso), apenas que foram estranhas as declarações produzidas nos dias 9 e 12 de Abril.
  • Não acho que a questão não tenha sido abordada nas reuniões negociais; acho, isso sim, que haveria um entendimento qualquer para resolver o problema quando possível, leia-se, quando o PM o permitisse.

Agora dois detalhes sobre as declarações atribuídas a Mário Nogueira e que vou considerar pelo valor facial, até desmentido em contrário:

  • Um colega seu de sindicato fez as contas aos comentários num blogue e em 300 apenas existiam 17 comentadores. Não querendo eu reclamar para o Umbigo o exclusivo de 300 comentários num post, gostaria que o blogue em causa fosse nomeado com clareza (sendo que não é o Profblog, pois o Ramiro retirou-se das polémicas com os sindicatos e não estou a ver outro blogue com um nível de comentários acima das poucas dezenas por dia), para se saber se a «acusação» tem fundamento. Aproveito para anunciar que irei vasculhar os arquivos de comentários do umbigo em busca de um post ou dia com contornos como os referidos, para saber se há algum sentido na boutade do colega que MN cita como detentor da verdade incontestável.
  • Dito isto, e demonstrando-se ser pouco verdadeira a acusação (e mesmo abstraindo-nos do facto de uma caixa de comentários ser uma conversa e/ou diálogo e não uma listagem de declarações individuais), gostaria de declarar desde já que, pela parte que me toca, não pretendo processar ninguém a esse respeito porque não disponho dos fundos da quotização das dezenas de milhar de associados de uma organização para pagar birras judiciais pessoais.

Por fim, um derradeiro detalhe: por enquanto, não me queixo de ataques de hackers, quanto muito de ácaros.

Dito isto, espero abandonar este assunto depois de confirmar a tal estatística sobre os comentários , pois, representando-me apenas a mim mesmo, o representado pediu ao representante para se dedicar a coisas mais interessantes do que estar a parecer querer disputar o que não quero. Se quisesse seguidores, punha essa funcionalidade no blogue. Se quisesse ser representante sindical tinha aceite a proposta que diziam estar  mesmo ali.

José Sócrates «Nunca quis ser primeiro-ministro»

José Sócrates afirmou hoje a alunos de língua portuguesa num liceu de Paris que «nunca quis ser primeiro-ministro» e que tem «mais orgulho em servir o país em momento de dificuldade».

Parlamento aprova alterações ao Estatuto do Aluno propostas por Governo, BE e PCP

… que serão repartidas visto o traçado atravessar territórios multicoloridos.

Ex-secretário de Estado de Sócrates vai regular serviços energéticos

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