Quarta-feira, 5 de Maio, 2010



Zorro

Th-th-th-that’s all folks…

Estatuto do Aluno: Governo apela a todos os partidos para “entendimento alargado”

O Governo apelou hoje a todos os partidos para que colaborem no aperfeiçoamento do Estatuto do Aluno, garantindo que a proposta de alteração apresentada não visa “acertar contas com o passado”.

Durante um debate no plenário da Assembleia da República, o secretário de Estado adjunto e da Educação sublinhou a importância de “um entendimento o mais alargado possível” e lançou um convite aos partidos no sentido de se encontrar uma “solução sustentada”.

“O Governo está totalmente disponível para em conjunto com os partidos encontrar as soluções que melhor sirvam as nossas escolas. Sem intenção nenhuma de acertar contas com o passado”, afirmou.



Ministério da Educação afirma que cumpre sempre a lei

O Ministério da Educação afirma que vai responder à notificação do tribunal de Beja dentro do prazo estabelecido pela lei, que é de 15 dias. O tribunal administrativo de Beja decretou uma providência cautelar para impedir que a avaliação de desempenho conte para o concurso de colocação dos professores. O secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, assegura que o Ministério da Educação cumpre sempre a lei, embora não revele se a tutela pretende cumprir a sentença.

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Há qualquer sanha estranha em algumas mentes contra as provas de aferição (neste caso de LP) que, em especial de 2005-2006 para cá, se apresentam como razoavelmente equilibradas na estrutura, mesmo se com um peso excessivo – é a minha opinião – da 2ª parte da prova dedicada à produção escrita.

A notícia que se segue destaca uma questão com algum relevo (o exercício de ordenação alfabética apareceu já em mais provas e não é nem sempre é tão elementar quanto isso…) e apresenta uma opinião atribuída aos «professores», sendo que esse colectivo se resume à direcção da APP que até este ano primou pelo vazio quase total de análises fundamentadas sobre as provas de aferição.

Prova do 6º ano pede para ordenar palavras por ordem alfabética

Mais de 200 mil alunos realizaram hoje os testes de aferição de Língua Portuguesa. Professores continuam a não perceber objectivos desta avaliação.

(…)

“Na prova do 6º ano, chegam a ser listados os conteúdos do texto. Na perspectiva da Direcção da APP, estas informações, sendo objecto da avaliação, não poderiam estar no enunciado”, lê-se no comentário à prova.

Sem ter tido acesso aos critérios de avaliação, a direcção da Associação sublinha não poder fazer uma análise mais aprofundada das provas nem estabelecer comparações com testes anteriores. Mais: a APP diz que, ao fim de 10 anos de provas de aferição, “não apreendeu ainda os verdadeiros objectivos desta modalidade de avaliação”.

Se a direcção da APP ainda não entendeu os objectivos desta avaliação só posso dizer que é motivo para lamentar, pois os resultados destas provas não se limitam a servir para produzir rankings ou acesso à Universidade como os exames nacionais e têm apresentado nos últimos anos alguma consistência na elaboração.

Se a direcção da APP se desse ao trabalho de consultar o site do GAVE poderia aceder aos critérios de classificação das provas desde 2001 e poderia fazer em pouco tempo o que eu fiz há uns dias, que é calcular o peso relativo atribuído ao longo do tempo a cada parte da prova (ou competência).

A compreensão da leitura anda à volta dos 35%, o funcionamento da língua pelos 20% e a produção escrita pelos 45%. Há variações, mas nunca são dramáticas.

Podemos criticar a facilidade de partes da prova ou a ambiguidade, pelo excesso de enunciado, de algumas questões.

Mas, quanto ao feedback, podendo ser melhor, até é mais adequado do que o dos exames, pois cada escola recebe um relatório sobre os seus resultados, por turma, questão e competência.

Em minha opinião, a prova poderia ser feita, com ganho, à entrada do 6º ano, numa esquema global de provas diferente do que existe.

Agora que a posição da APP me parece pouco fundamentada, por aparente desconhecimento da realidade dos 1º e 2º CEB, lá isso parece.

Nota final: Mesmo sem conhecer os critérios de classificação, a questão relativa à ordenação alfabética deve ter, quase certamente, o valor de 1 ponto (num total de 70 ou poucos mais pontos da prova) caso os alunos acertem e de 0 caso tenham alguma falha (a alternativa é 2 pontos para tudo certo, 1 para uma ou duas falhas e 0 para mais falhas). É o que será lógico e normal atendendo às provas anteriores. Quem as conhece e com elas trabalhou saberá isso. Quem as não conhece e não as trabalhou, não saberá.

Boa Tarde

Foi com uma grande indecisão que resolvi enviar-lhe este email. Mas reuni  um pouco de coragem e resolvi fazê-lo.

Estou actualmente a implementar o projecto “No Colo da minha Mãe” no Estabelecimento Prisional de Tires e para isso precisava de ajuda na divulgação de um pedido, para a recolha de livros dos 0 aos 3 anos, para as crianças que estão nas celas com as mães.

Estou a fazer chegar esse pedido a escolas e associações, a partir do meu mini-blogue: http://janelaatelier.blogspot.com e mais recentemente, conto com a ajuda do Letra Pequena Online do Público : http://letrapequenaonline.blogspot.com/2010/04/livros-livros-livros.html

Embora não se enquadre muito na visão do seu blogue, achei que eventualmente, poderia ter alguma forma de poder divulgá-lo, caso concorde e  tenha tempo para isso.

Caso não seja possível, compreendo perfeitamente.

Continuação de um bom trabalho

Paula Ramos

Tinha-me escapado, ontem, o artigo de Inês de Medeiros…

Inês de Medeiros explica por que já não quer viagens pagas

A deputada do PS afirma, num artigo de opinião publicado no jornal Público, ter sido «vítima de uma sórdida campanha» e classifica de «processo kafkiano» a forma como foi mediatizada a questão da comparticipação das suas viagens a Paris, onde reside.

Tenho por certo que haverá uma forma de compensação para tão desionteressada (e tardia) renúnica…

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