Terça-feira, 4 de Maio, 2010


Yes, Minister

Yes, Prime Minister

Tocados por uma inspiração e inteligência só acessíveis ao melhor humor…

#1 – Saber ouvir e compreender as explicações que são dadas no início.

#2 – Saber ler, compreender o que foi lido e saber escrever.

#3 – Conseguir estar minimamente concentrado uns 45 minutos.

#4 – Ter ido para a cama antes deste post ter sido escrito.

#5 – Lembrar-se de voltar para fazer a 2º parte.

… ao contrário do que, intuitivamente, poderíamos pensar ao lermos que recusou. Vejamos as suas declarações de hoje:

Isabel Alçada também recusou a ideia da diminuição do número de alunos por turma. “Temos estudos que demonstram que o nosso país tem um número de alunos por turma que permite um trabalho efectivo. Nós temos estudos que demonstram também que reduzir as turmas muito – ao contrário do que as pessoas intuitivamente pensam – não melhora a aprendizagem. Quando as turmas são muito pequenas, os resultados de aprendizagem são piores quando as turmas têm, por exemplo, 20 alunos. Isso causa perplexidade e incompreensão, mas é um facto que está estudado e comprovado”, refere.

O que se pede na petição:

1 – No Jardim-de-infância e no 1.º ciclo do ensino básico, a relação seja de 19 crianças para 1 docente, alterando-se para 15 quando condições especiais – como a existência de crianças com necessidades educativas especiais ou outros critérios pedagógicos julgados pertinentes, no quadro da autonomia das instituições – assim o exijam. Deve ainda ser colocado/a um/a assistente operacional em cada sala de JI.

2- Do 5.º ano ao 12.º ano, o número máximo de alunos e alunas por turma seja de 22, descendo para 18 sempre que se verifiquem as condições acima enunciadas.

Como se percebe pela clareza dos números, a ministra da Educação está imbuída do mesmo espírito dos peticionários que não solicitam a redução do número de alunos por turma para 10 ou 15, mas para 22 nos ensinos Básico e Secundário, o que até está acima do limiar exemplificado por Isabel Alçada.

Mas acho que ninguém se opõe a que fique tudo arredondado para 20 alunos.

Só falta mesmo a sua assinatura…

… isto é aquilo que em termos científicos se chama uma parvoíce:

Novos professores evoluem de “gurus” para “cangurus” do conhecimento

Não me irei alongar muito mais nesta série de posts sobre o artigo de Mário Nogueira no Público de ontem, em especial sobre a parte em que, sem nomear, atirando para o ar, ele acusa de idiotas, mentirosos e insultuosos colegas seus de profissão, infirmando a parte final do texto em que exalta a sua postura democrática.  Nem sequer aquela passagem em que, de forma algo ameaçadora, declara que «e fica (quase) tudo dito», pois era preferível que tudo dissesse em nome de uma frontalidade de que se arroga e que ficou muita curta no texto em apreço.

Vou apenas destacar uma passagem em que MN reescreve a História de um modo curioso. Vejamos:

Momentos como o do memorando de entendimento que, na sequência de um inequívoco pronunciamento da classe, foi assinado, foram considerados essenciais no combate ao regime de avaliação, não só por ter dispensado mais de 90% dos docentes e aplicado, aos restantes, uma réplica menor, mas por permitir que a luta não se esboroasse e, oito meses depois de 8 de Março, tivesse despontado ainda mais forte.

Vamos lá a ver se eu me lembro bem: o memorando do entendimento foi assinado na sequência de um inequívoco pronunciamento da classe?

Eu lembro-me bem da minha posição, enquanto pró-entendimento desde que ele fosse uma trégua e não o final do processo.

Mas não tenho elementos nenhuns concreto que me permitam aferir do inequívoco pronunciamento, visto que a consulta foi feita de um modo que deixa muitoa  desejar ao rigor, com cada delegado/dirigente sindical de passagem pelas escolas a fazer a sua apreciação do que se passou, sem que tenham existido números “oficiais” da dita consulta.

Para além disso, apresenta-se como enorme vantagem a não avaliação de 90% dos docentes e o não esboroar da luta.

Ora muito bem: é aqui que a suína torce o rabo porque só um enorme sectarismo pode esconder que as manifestações de Novembro de 2008 não nasceram de uma decisão das cúpulas sindicais e, pelo contrário, até houve uma discussão muito acesa acerca da oportunidade e, posteriormente, das datas.

Não foram feitas actas das ditas discussões, nem registo de paternidade, mas os arquivos dos blogues e das notícias dos jornais estão disponíveis, permitindo demonstrar com facilidade que alguém quer, a posteriori, arrogar-se de uma paternidade que foi claramente colectiva e não nasceu da axdessão ao memorando, muito pelo contrário. Nasceu da contestação crescente a esse mesmo memorando ao ir-se percebendo que, afinal, quase tudo estava na mesma.

Revolução digital: já chegou a terceira vaga

Iniciada a segunda década do século XXI, temos a bater-nos à porta a terceira vaga da revolução digital. Ela aí está, mais enérgica que qualquer das outras, a deixar-nos cada vez mais interdependentes, a mudar tudo à nossa volta, a mergulhar-nos num mundo de ficção, de perplexidade e de imaginário.

A primeira vaga foi sustentada pela popularização e democratização dos computadores pessoais e dos telemóveis; a segunda, pela massificação do acesso à Internet e da oferta low cost da banda larga; a terceira está a ser protagonizada pela redução de todas as fontes da cultura, do saber e do lazer ao formato digital, acompanhada pela vulgarização do comércio electrónico de bens e serviços, também eles em formato digital. A tendência é apetecível, as novas gerações de consumidores já lhe deram o seu consentimento, logo, o caminho anuncia-se irreversível. Sem ilusões: nada mais vai ser como dantes…

Metaforicamente, poderíamos afirmar que, no futuro próximo, as grandes “fontes de poder” vão estar ancoradas nas “fontes de água” e nas “fontes de saber”. As primeiras vão rarear, as segundas, pelo contrário, irão proliferar. O que resultar desta antinomia, deste confronto dialéctico entre o “saber” da natureza e o “saber” do Homem, converter-se-á no futuro, futuro esse onde iremos passar o resto das nossas vidas.

Mais depressa, e de forma mais eficaz e definitiva, do que os CDs substituíram os discos de vinil, a música em formato digital fará desaparecer, num curtíssimo espaço de tempo, o suporte musical em formato de CD. Hoje, quem entrar num quarto de um adolescente já não vê caixas de CDs, nem livros espalhados por todo o lado. A música e os textos circulam em suportes digitais, configurados em leitores Mp3, em Pen Flash Drives, discos rígidos externos, ou em leitores tipo Kindle. E os filmes também. Não se vai à loja, à discoteca ou à livraria formais. Vai-se à Net e faz-se um download, legal ou ilegal, tanto faz, desde que cumprido o objectivo. Permutam-se discos, filmes e textos à velocidade de um clic, toma lá, dá cá. Uma parte das revistas e livros em suporte de papel têm os dias contados. As bases de dados digitais constituirão uma fonte inesgotável de conhecimento ao alcance dos dedos de uma das mãos. Devido a isso, o crescimento do conhecimento vai evoluir de uma forma exponencial. A humanidade poderá combater melhor as desigualdades, as doenças, a fome, a miséria, o nepotismo e todas as formas de degradação do Homem. A humanidade poderá, ainda, ser una e mais solidária, face ao desenvolvimento social e ao progresso científico proporcionado por esta revolução digital.

A Amazon divulgou que, em 2009, quarenta e sete por cento dos livros vendidos o foram já em formato digital (e-books). Ao preço de um telemóvel topo de gama pode-se comprar um gadget (Kindle, Cool-Er…) armazenador e leitor de revistas e livros com capacidade para guardar uma biblioteca de cerca de quatro mil volumes. Estes livros e revistas podem ser adquiridos on-line, por wireless, a preços populares, devido à óbvia diminuição de custos, em livrarias virtuais. Pouco faltará para que se possa trazer no bolso a biblioteca de Oxford, com possibilidade de aceder aos textos através de um motor de busca à base de palavras-chave. Cinquenta mil filmes são alugados ou comprados no iTunes todos os dias. A publicidade na Net já alcançou metade do valor investido nos meios tradicionais de comunicação social…

Aviso: não se trata do fim dos livros, jornais e revistas em suporte de papel. Como não o foi o anunciado fim dos discos de vinil. Mas é um novo renascer dos modelos de divulgação da cultura, da informação e da ciência, só comparável ao renascimento proporcionado, nos finais da época de quatrocentos, pela prensa de Gutenberg. Um novo renascimento que possibilitará crescimentos culturais e científicos em ordem geométrica, dada a possibilidade de divulgação da informação de forma generalizada e em poucos segundos.

E a escola? E os professores e educadores? Já o afirmámos variadíssimas vezes: vivemos um tempo que pretende reconfigurar a sociedade e a escola, atribuindo-lhe um novo formato, centrado em renovadas formas de receber e transmitir a informação. Isto implica uma busca permanente do conhecimento disponível e das suas fontes de informação. Para alcançar tal objectivo, imputa-se à escola mais uma responsabilidade: a de contribuir significativamente para que se atinja o que se convencionou designar por analfabetismo digital zero.

Para tal, a educação para a utilização das novas tecnologias digitais precisa ser planeada, com base no conhecimento pedagógico, desde o jardim-de-infância. Sem preconceitos ou desnecessárias coacções, sem substituir atabalhoadamente o analógico pelo digital, mas sim reforçando a capacidade cognitiva dos alunos e guiando a descoberta de novos horizontes. Formando os professores e equipando as escolas. Este movimento deve ser capaz de preparar os jovens para serem leitores críticos e escritores aptos a desenvolver essas competências em qualquer dos meios suportados pelas diferentes tecnologias.

Os professores da designada geração digital também já estão a chegar às escolas. E, com eles, as mudanças pedagógicas vão ser mais rápidas, porque baseadas no domínio de novas competências, na experiência e na forte motivação para o uso das novas tecnologias. A escola tradicional vai mudar. Desde logo necessitará de menos espaços físicos. Através da comunicação on-line, o contacto com o mundo exterior e com as outras escolas da aldeia global será permanente. Desta “conexão” de escolas globais – as connecting classrooms – resultarão aprendizagens, também elas globais, e em simultâneo, proporcionadas pelos vários docentes globalizantes, porque globalizadores do conhecimento e da tutoria dos aprendentes.

O que vamos fazer do “pátio dos recreios” quando, nos intervalos, os jovens já só se confinarem à manipulação dos telemóveis ou das iPads? A resposta depende de acreditarmos, ou não, de que a escola nunca deixará de ser a Escola e de que nós nunca deixaremos de ser Professores.

João Ruivo

ruivo@ipcb.pt

O secretário de Estado João Trocado da Mata tem sido uma não-existência no ME, reduzido a um papel protocolar de inaugurador e pouco mais.

A sua especialidade – as tecnologias – estão em banho-naria, como se vê pelos Magalhães que a geração de caloiros a que pertence a minha petiza não receberá este ano lectivo.

Mas isso é periférico.

Complicado é colocá–lo a falar de Educação mesmo, porque o desconhecimento é tal que confrange.

Vou transcrever parte da notícia em que ele justifica a não redução do número máximo de alunos por turma:

Governo rejeita redução do número de alunos por turma

Em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado da Educação, João Mata, afirmou que a petição, que já recolheu mais do que as assinaturas necessárias para ser discutida no Parlamento, se baseia numa “ideia falsa” e “fortemente ancorada no senso comum”.

“Olhando para o sistema educativo no seu conjunto, para as cerca de 60 mil turmas existentes no ensino público, verifica-se que não existe uma correlação entre a dimensão das turmas e os resultados dos alunos”, disse.

Segundo o governante, os alunos não têm melhor aproveitamento escolar nas turmas mais pequenas: “Verifica-se inclusive que as turmas com menos de 10 alunos são as que geram maiores taxas de insucesso escolar”.

Aparentemente o SE Trocado da Mata desconhece que as tais turmas mais pequenas, com menos de 10 alunos correspondem quase sempre a alunas de PCA, que têm essa dimensão exactamente por serem constituídas por alunos com um historial de insucesso e em que uma taxa de transição de 50% é já um enorme êxito.

Se o excelentíssimo SE Trocado da Mata se dignasse descer da neutralidade e aparente clareza dos números para a realidade das condições de funcionamento das turmas, saberia que essas turmas reduzidas o são para trabalhar casos mais complicados ao nível das aprendizagens e do combate ao risco de abandono, permitindo – do outro lado – que as turmas regulares fiquem sem esses casos para gerir.

Por isso mesmo, turmas com 8, 10, 12 alunos são propensas a, comparativamente, maiores taxas de insucesso porque, no limite, estão a funcionar com historiais de 100% de insucesso ou quase.

Lecciono 3 dessas turmas. Há cerca de uma década que trabalho com situações destas e sei como atingir 50% ou mais de sucesso é dificílimo.

Não pela dimensão da turma, mas pelo perfil dos alunos.

O SE Trocado da Mata não sabe isso.

Não me admira.

Tem passado pelas escolas apenas para cortar fitas.

E lê uns gráficos.

“A avaliação não é um simulacro que não serve para nada”, diz ministra da Educação

Se o próprio ME admitiu que pretendia mudar o modelo de forma a ser mais justo, não se percebe bem – se não por teimosia e apesar das numerosas provas de distorções – esta insistência em integrar o resultado da ADD na graduação profissional remete para o domínio da pura casmurrice.

Os argumentos a favor desta solução são escassos e algo demagógicos, para não dizer intelectualmente equívocos.

Eu explico:

Uma corrente de opinião defende que a integração das bonificações na graduação profissional permite compensar distorções nas classificações académicas à saída das faculdades e escolas superiores de educação, cujos critérios não são uniformes.

Esta argumentação – usada várias vezes em comentários pelo MAT – é obviamente flacciosa a vários níveis, dos quais destaco os seguintes:

  • Se os cursos superiores, em especial na área da formação de professores, funcionam de forma pouco criteriosa e rigorosa é estranho que não seja feita uma fiscalização a jusante pelo Ministério do Ensino Superior em articulação com o próprio Ministério da Educação. Acusar as universidades e politécnicos de formarem licenciados e mestres com graus diversos de exigência, transferindo o ónus dessa má prática para os ex-alunos dessas instituições é evidentemente injusto.
  • Mas, mesmo admitindo que existem essas distorções, quem está em condições de demonstrar que um(a) director(a) de escola e/ou agrupamento ou coordenador(a) de departamento, com uma formação feita nesses mesmos moldes, mesmo que há mais tempo, tem a capacidade de, por si mesmo, conseguir fazer uma avaliação mais rigorosa da qualidade de um docente do que uma ou duas dezenas de professores que o formaram? Quem nos diz que esse(a) avaliador(a), até agora elevado ao cargo por mera antiguidade, tem a ventura e presciência de, por si só, corrigir os enviesamentos do sistema de ensino superior?
  • Para terminar, a recuperação de um argumento já várias vezes usado: sendo a menção qualitativa a que permite ter a bonificação, como se pode aceitar que um docente com classificação de 9, mas sem quota disponível para M. Bom ou Excelente na sua escola, seja ultrapassado por outro que tenha obtido 8 mas tenha beneficiado de quota para ter o desejado M. Bom? É que o pior desempenho será bonificado e beneficiado em relação ao melhor…

É uma providência cautelar, pelo que a decisão é naturalmente provisória. O que não percebo é como é que se retira provisoriamente a avaliação do concurso.

Quanto ao atraso na divulgação da notícia, isso apenas decorre de um dia longo sem acesso quase nenhum a computadores.

Tribunal de Beja decreta, provisoriamente, providência cautelar e determina que, para já, avaliação seja retirada do concurso

A FENPROF tomou agora conhecimento da sentença do TAF de Beja que decreta provisoriamente (prazo de 5 dias) a não consideração da avaliação no concurso que decorre. Para melhor explicitação da decisão, transcreve-se conclusão da sentença:

“Pelo exposto, decreto provisoriamente a presente providência cautelar de suspensão da eficácia dos “…artigos 14º e 16º do D.L. n. º20/2006, de 31 de Janeiro, com as alterações introduzidas pelo D.L. n.º 51/2009, de 27 de Fevereiro, e consequentes itens 4. Opções de candidatura Item 4.5.; 4.5.1. e 4.5.2. referentes aos critérios de graduação da candidatura electrónica, aplicação electrónica, para Garantia da Legalidade do procedimento concursal aberto mediante Aviso 7173/2010, publicado no D.R. de 09 de Abril de 2010, da Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação (…). Devendo, em consequência, os requeridos pugnar pelo reajustamento da candidatura electrónica, permitindo que esta se faça sem a aplicação daqueles itens, que devem ser abolidos neste concurso, e com isso prosseguindo o concurso regularmente…”.

Face a esta decisão, pelo menos para já e em plena fase de “aperfeiçoamento de candidaturas”, o Ministério da Educação deverá abolir os campos do formulário electrónico que consideram a avaliação de desempenho, devendo esse “aperfeiçoamento” decorrer sem aplicação dos respectivos itens. Se o não fizer, amanhã, logo de manhã, será requerido junto do citado Tribunal a execução da sentença proferida.

O Secretariado Nacional da FENPROF
4/05/2010

Após duas simulações de provas de aferição de LP, os resultados são a modos que… sei lá…

Há quem ache que é chato ter de ler a prova toda, outros que estar calado 50 minutos é impensável, isto para não falar nos que pura e simplesmente preferem olhar para o vazio a esforçarem-se.

Devo ser eu que estou pouco estimulante e propiciador das aprendizagens.

Portanto, de 80% de positivas previstas e desejadas é melhor inverter as expectativas e passar para 80% de negativas.

A menos que, como no teatro (e a comparação até é apropriada), o ensaio seja mau para a que a estreia seja alguma coisa de jeito.

Boa Noite
Parabéns pelo trabalho desenvolvido em prol da classe.

Tomei a liberdade, em nome próprio e no de colegas de trabalho, de lhe enviar este mail para que faça referência no seu blog à situação de injustiça que os Profs Contratados na Região Autónoma dos AÇORES estão a viver neste concurso.

Como no ano lectivo anterior fomos avaliados apenas qualitativamente, só temos a menção qualitativa, não dispondo da quantitativa como os colegas do continente. (facto que se prende com o estatuto da Região Autónoma ser diferenciado)

Ora, acontece que no concurso, o M.E. obriga os profs contratados dos Açores a colocar no tópico referente à avaliação a  catalogação de  NÃO AVALIADO.

Tal facto não corresponde à realidade e faz com o tempo de serviço que prestámos não revele para o concurso.

Por favor, faça referência a esta situação no seu blog, para que pelo menos alguém de direito verifique esta situação. Se possível divulgando os docs em anexo.

Envio-lhe em anexo um primeiro doc. referente a esta situação, onde a Secretaria Regional da Educação deu umas indicações, sendo que,  posteriormente ficamos com a candidatura INVÁLIDA no ponto referente à avaliação; quando apenas fizemos o que as INSTITUIÇÕES nos indicaram.
Envio também um oficio que os sindicatos remeteram à Secretaria Regional da Educação.

O nosso muito obrigado.

Dupa, Cubitus

Repetida a BD, mas merecidamente…