Ou mesmo o Carlos César

“Magalhães” não serve para os Açores

O computador não serve para o arquipélago e o Governo dos Açores decidiu adquirir outro tipo de equipamento para as escolas do primeiro ciclo, já no próximo ano lectivo.

Desta vez, os computadores vão ficar anexos aos estabelecimentos de ensino.

A decisão do Governo partiu do resultado de um inquérito feito este ano às crianças açorianas e os dados revelaram que o computador é uma mais valia para a sala de aula, mas que o modelo “Magalhães” não funciona.

Lina Mendes, secretária açoriana da Educação afirmou à Antena 1/Açores que “alguns alunos não levavam o computador para a escola e, por outro lado, houve encarregados de educação que não aderiram à iniciativa”.

Quanto ao Continente, o que é preciso é ter calma que não está garantido que este seja mesmo ano de eleições. Caso a crise tenha desenvolvimentos, certamente a maravilhosa ferramente pedagógica surgirá com celeridade.

À minha petiza, aluna do 1º ano, quando me perguntou porque  no hay Magallanes aproveitei para dar uma lição de Introdução ao Marketing Político e expliquei-lhe que, não sendo ano de eleições, nem a torradeira azul chega, nem a cãmara acaba as obras que há mais de seis meses impedem que a rua da sua escola tenha saída e sejamos todos obrigados a fazer inversão de marcha na hora da entrada e fecho das aulas, o que proporciona sempre uma certa e determinada confusão e me faz preferir deixar o carrito bem longe e fazer parte do trajecto a pé. Não desengorda, mas impede a subida do stress perante a incivilidade alheia…