Sexta-feira, 23 de Abril, 2010


(The) Nanny

Esta é mesmo de culto umbilical. Só assim ultrapassou a Nip/Tuck.

Conspiração ou ingenuidade (I).

Conspiração ou ingenuidade (II).

É sexta à noite, estou mais numa de copy/paste, que nem vale a pena comentar… já é tão habitual que…

IEFP nomeia sem concurso público dezenas de pessoas para cargos que já ocupam

O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) está a nomear dezenas de pessoas para cargos de direcção intermédia, sem concurso público. A SIC sabe que os nomeados são os mesmos que já ocupavam o cargo – ou seja, substituem-se a eles próprios.

Só no Diário da República de 20 de Abril há 131 nomeações.

Isto, depois de o caso ter sido denunciado por um sindicato à ministra do Trabalho em Novembro do ano passado.

Entre os nomes, a SIC apurou que há muitos ligados ao Partido Socialista.

No Parlamento e entre os sindicatos já se fala numa clara violação da lei.

Ouvido pela SIC, o presidente do IEFP diz que não houve tempo nem capacidade efectiva para fazer os concursos.

The Business of America Is Kleptocracy

Meet the Sims … and Shoot Them

The rise of militainment.

The Geography of Chinese Power

How Far Can Beijing Reach on Land and at Sea?

Of Burqas and Rosaries

The EU’s Islamic Identity Crisis

Bishkek: Bloodsoaked Revolution

Num país que, ele próprio, em pleno centro da Europa, parece ter perdido o sentido:

Tribulations d’un prof de maths au royaume des inepties (1/3)

En ce dernier vendredi d’août 2009, j’ai invité des collègues pour une soirée barbecue. Je veux faire la fête avant une nouvelle année scolaire que j’appréhende. En effet, depuis deux ans les inscriptions ne marchent pas bien dans notre école. Cette fois, sauf miracle auquel personne ne croit, nous allons perdre des classes.

Ma charge hebdomadaire va être amputée, au mieux de quatre, au pire de huit heures, et je serai donc réaffecté pour une partie de mon horaire. Après trente ans de carrière, cette perspective ne m’emballe pas car les changements risquent d’être éprouvants.

Je suis prof à l’Institut Roger Lazaron de Namur, dans la section Humanités artistiques. Je donne le cours de mathématiques et celui d’éducation scientifique et technologique au troisième degré. Un matheux égaré chez des artistes, pensez-vous. Je ne m’en porte pas mal. Des élèves calmes, paisibles, faciles à gérer, globalement de bonne volonté. Le programme de maths, adapté au contexte, contribue à leur motivation. Il s’agit en fait d’un cours de géométrie descriptive : les élèves réalisent en classe des épures qui repré-sentent des volumes. Finies l’algèbre et les équations, une délivrance pour les nombreux allergiques. Cette particularité m’inquiète un peu. Du fait de ma prochaine réaffectation, je devrai enseigner des matières dont je suis déconnecté depuis des lustres. Non que je ne sache plus dériver une fonction ou calculer une intégrale, mais je redoute d’avoir affaire à des programmes qui appliquent la dernière pédagogie à la mode : l’approche par compé-tences. Je garde une mauvaise image de ma première expérience avec elle.

Para ler mais…

US school accused of using laptops to spy on pupils

Philadelphia school computers captured more than 50,000 images of students.

Grupo Babel inaugura hoje livraria inovadora em Lisboa

Com a mesma origem:

Recordando o histórico dos três últimos anos de acção da FENPROF, Mário Nogueira realçou que “nunca virámos a cara à luta, mas também nunca entrámos em becos sem saída”, nem “alimentámos aventureirismos”, aludindo à oportunidade e à importância do acordo alcançado com a nova equipa ministerial.

É bonita esta forma de assumir os actos do passado recente, só faltando ficar perceptível uma ou duas coisas, a saber:

  • Se divulgam as actas daquela maratona negocial para percebermos – enfim! – se só se acordou exactamente o que ficou no acordo ou se houve algo mais desde o início, apesar do que tem sido negado (isto acreditando que as actas foram já feitas, lavradas e assinadas…).
  • Se as vias negociais que se anunciaram abertas graças ao acordo ainda estão abertas ou se apenas se anda a perder tempo porque o engenheiro é que tem a chave da porta. É que neste momento é o ME que está em dívida, numa imensa dívida…

… até porque é sabido que o professor Rogério Fernandes foi o orientador do meu doutoramento e tenho-lhe uma inegável dívida de gratidão pela liberdade imensa que me permitiu.

Separei esta passagem do resto do comunicado exactamente para não confundir as coisas e misturar ironias com coisas sérias…

(…) evocação de alguns dirigentes entretanto desaparecidos – Adriano Teixeira de Sousa, José Costa, Nuno Rilo, António Costa Carvalho, José Paulo Serralheiro e Rogério Fernandes –

Do site da Fenprof:

Depois de uma intervenção inicial do grupo coral Cantares de Évora, da projecção de um videograma sobre as acções de luta dos professores, (…) o Secretário-Geral evocou o final do congresso anterior para recordar que a Federação honrou os compromissos aí assumidos e que, “três anos passados, categoria há só uma – professor e mais nenhuma”.

Agora digam-me lá se não há coincidências do caraças!


Mas não é o próprio comunicado do Conselho de Ministros que considera pouco justo o modelo anterior?

PS não aceita votação de diploma para retirar avaliação de concursos

Apesar do pedido do PCP, o PS rejeitou esta votação com Jorge Lacão a dizer depois que o modelo aprovado em Conselho de Ministros «não deita para o lixo» as linhas do anterior.

De qualquer modo, assim se vê que a via parlamentar também tem a perna curta…

Inquérito aponta atenuantes a porteiro da escola de Leandro e remete para processo disciplinar

(…)

As conclusões estão expressas no relatório do inquérito conduzido pela autarquia de que vai ser dado conhecimento à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) e à restante comunidade educativa.

“Não se pode sacrificar o funcionário única e exclusivamente neste caso”, disse o presidente da Câmara, José Silvano, apontando que o inquérito encontrou diversas atenuantes na actuação do porteiro.

O inquérito concluiu que na data “não existiam quaisquer regras de controlo da saída de alunos durante o período de almoço e que, de acordo com as declarações do funcionário “era difícil, no meio de cerca de quatrocentos alunos, saber quais eram os que tinham autorização para almoçar em casa, e quais eram os que teriam que almoçar na escola”.

O porteiro disse ainda que “os alunos têm por hábito sair da escola saltando as grades de vedação” e que no dia 02 de Março “não viu sair ninguém pelo portão da escola, não se recordando, porém, se estava a atender o telefone naquela altura”.

A acumulação de funções é outras das atenuantes apontadas ao porteiro que segundo o inquérito apurou “acumula a função de controlo das entradas e saídas com a função do serviço de ligações telefónicas, devendo assegurar todo o movimento de comunicações entre a escola e outros serviços”.

E a acumulação de funções resulta de que factores? Falta de funcionários para assegurar o funcionamento normal da escola? E a existir essa falta de quem é a responsabilidade?

Não conheço o caso em concreto mas, pelo conhecimento que tenho de situações similares, tanto pode ter acontecido uma falha individual como pode ser a consequência de deficiências do modelo actual de distribuição dos funcionários pelas escolas, numa dependência algo híbrida entre as autarquias e os órgãos de gestão….

Caro (a) Colega,
Aproveitando a recente publicação de várias Histórias de Portugal, nomeadamente a recente edição da obra de Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro, Lisboa, Esfera dos Livros, 2009, o e-Journal of Portuguese History promove um seminário destinado a aprofundar a discussão crítica, entre os membros da comunidade historiográfica portuguesa, de objectivos e resultados associados à edição de obras desta natureza.
Organizado em conjunto com a Biblioteca Nacional de Portugal, o seminário terá lugar no sábado dia 8 de Maio de 2010, entre as 10.00 h. e as 18.00 h no Grande Auditório da referida Biblioteca.

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PROGRAMA
10.00 h. – 11.00 h. – Abertura, presidida pelo Director da Biblioteca Nacional, Doutor Jorge Couto, e intervenção do Doutor José Mattoso
11.00 h. – 12.30 h. – MÓDULO DE HISTÓRIA MEDIEVAL – Intervenções dos Doutores José Augusto de Sotto Mayor Pizarro, Hermenegildo Fernandes e Hermínia Vilar
12.30 h. – 14.30 h. – ALMOÇO LIVRE
14.30 h. – 16.00 h. – MÓDULO DE HISTÓRIA MODERNA – Intervenções dos Doutores Francisco Bethencourt, Jorge Pedreira e Fernanda Olival
16.00 h. – 16.30 h. – PAUSA PARA CAFÉ
16.30 h. – 18.00 h. – MÓDULO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA – Intervenções dos Doutores Maria de Fátima Bonifácio e Pedro Oliveira
18.00 h. – Encerramento
Assim, vimos por este meio dar-lhe conhecimento desta iniciativa e convidá-la/o a estar presente, agradecendo desde já a divulgação da mesma a todos os eventuais interessados.
A participação neste seminário é gratuita, mas agradecemos o preenchimento da ficha que se inclui e o respectivo envio para o mail do e-JPH até 30 de Abril, a fim de que se possa prever o número de presenças.

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Com os melhores cumprimentos
Os editors do e-journal of Portuguese History
Luís Adão da Fonseca
Onésimo T. Almeida
José Luís Cardoso
Mafalda Soares da Cunha
António Costa Pinto

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FICHA DE INCRIÇÃO
Workshop sobre
Histórias de Portugal
Biblioteca Nacional, 8 de Maio de 2010
Nome __________________________________________________
Instituição _______________________________________________
Morada institucional ________________________________________
E-mail ___________________________________________________
Preencher e devolver por e-mail para – ejph@clix.pt

Grandes grupos económicos vão ficar isentos das mais-valias

O diploma aprovado ontem em Conselho de Ministros agrava a tributação das mais-valias mobiliárias, mas mantém as actuais isenções aos contribuintes não-residentes em Portugal e das cúpulas dos grupos económicos, por onde passa parte significativa desses rendimentos.

A Propósito de um Comunicado Algo Desnorteado

Repare-se que isto é apenas o que eu tenho vindo a dizer, apenas acrescentando o que aqui fica implícito: que ME e sindicatos (leia-se Fenprof) tinham as coisas combinadas entre si, mas foram de uma grande presunção ou falta de previdência:

Fenprof responsabiliza Sócrates por avaliação contar no concurso de professores

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) reiterou hoje que a avaliação de desempenho não deveria contar no concurso de colocação de docentes em curso e responsabilizou o primeiro-ministro por esse “acto de mesquinhês política”.

O que eu continuo sem preceber é o que pensavam ter os parceiros preferenciais como moeda de troca ou capacidade de pressão em troca da cedência do senhor engenheiro nesta matéria.

Isso é que me continua a fazer confusão: acreditaram que seria alguma forma de gratidão pelo acordo?

Jacques Tardi, Nestor Burma