Público (editorial), 20 de Abril de 2010

Demasiados erros, demasiada confusão, demasiadas incongruências marcaram o anterio ciclo avaliativo que pouca gente considerará justo considerar para efeitos de graduação profissional.

Ministério e sindicatos estiveram meses em idílio negocial, partilhando confidências e confianças. Tiveram tudo – ou quase – na mão para recomeçar tudo de novo em condições.

Ou não souberam fazer ou não os deixaram fazer.

Se prometermos ao senhor engenheiro que não nos regozijamos muito alto, será que ele deixa a Educação em paz e deixa de interferir em algo que notoriamente lhe é estranho, seja em que sentido for?