Uma das coisas boas da caça ao papel desta tarde foi o prazer de reencontrar esta folhinha marota que há muito procurava e estava a meio metro das minhas mãos.

Trata-se do primeiro rascunho da declaração comum dos cerca de trinta presentes numa reunião realizada em finais de Janeiro de 2008 e que juntou gente como parte do núcleo fundador da APEDE, diversos colegas aqui da zona do deserto, outro da linha de Cascais e alguns do(a) comentadore(a)s que ainda aqui passam pelo Umbigo, vindos de diversos pontos do país.

Os gatafunhos a azul são meus, prometendo eu um livro ou separata da minha esquisita bibliografia a quem adivinhar quem é a pessoa que escreveu a declaração de compromisso naquele final da manhã. Claro que não pode concorrer ninguém que tenha lá estado e não se esqueçam que eu também fiquei com a lista de presenças e lembro-me de quem não assinou o papel. Nada de batotas.

A declaração final foi algo diferente, mas os pontos principais acabaram cumpridos em calendários diversos: a APEDE foi criada, a frente jurídica independente acabou por aparecer como se lembrarão, assim como a luta por algum espaço na praça mediática.

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