A ler com atenção. Muita.

Escolas portuguesas no estrangeiro

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No concelho em que resido, e já escrevi sobre este assunto por diversas vezes na comunicação social local, a sobrelotação das escolas básicas e secundárias atingiu níveis de rotura no início do século. Foi desenhada uma escola pública para o centro da cidade – o projecto de construção iniciou-se mas uma polémica com terrenos acabou numa choruda indemnização à empresa construtora – que nunca se concretizou e por alturas do governo do primeiro-ministro Santana Lopes nasceu dentro do perímetro urbano – proibido por lei – uma escola da cooperativa GPS. Foi tudo muito rápido. Quando li a notícia que linkei neste post, reparei que o secretário de estado da Educação e o director regional da Educação de Lisboa que participaram na polémica e apressada decisão são agora membros da referida GPS. Factos são factos.