Segunda-feira, 5 de Abril, 2010


Siouxsie And The Banshees, Kiss Them For Me

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Eu sei que é redutor, que implica uma opção complicada, mas não andamos aqui só para coisas fáceis, do tipo sim ou não. Vamos lá, não interessa neste momento em que sentido mas, se pudesse, qual o aspecto que mudaria em primeiro lugar em matéria de Educação, eventualmente considerando o que poderia ter um efeito mais decisivo a curto prazo para a melhoria do sistema…

Isto partindo do princípio que já desistiram de começar pela Lei de Bases e pela redefinição de tudo desde a origem…


Quem lidera os governos europeus? A carreira dos primeiros-ministros (1946-2006)

Um detalhe interessante: em Portugal existiram mais PM engenheiros do que no resto dos países estudados…

MULHERES & BLOGOSFERA: CONTRIBUTO PARA O ESTUDO DA PRESENÇA FEMININA NA «REDE»

A ler com atenção. Muita.

Escolas portuguesas no estrangeiro

(…)
No concelho em que resido, e já escrevi sobre este assunto por diversas vezes na comunicação social local, a sobrelotação das escolas básicas e secundárias atingiu níveis de rotura no início do século. Foi desenhada uma escola pública para o centro da cidade – o projecto de construção iniciou-se mas uma polémica com terrenos acabou numa choruda indemnização à empresa construtora – que nunca se concretizou e por alturas do governo do primeiro-ministro Santana Lopes nasceu dentro do perímetro urbano – proibido por lei – uma escola da cooperativa GPS. Foi tudo muito rápido. Quando li a notícia que linkei neste post, reparei que o secretário de estado da Educação e o director regional da Educação de Lisboa que participaram na polémica e apressada decisão são agora membros da referida GPS. Factos são factos.

São de hoje e encontram-se neste documento com quatro páginas:

FENPROF APRESENTA PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO AO REGIME DE AUTONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DAS ESCOLAS

O que acho, assim à primeira vista?

  • Que estas propostas têm razão para existir e que o processo negocial de revisão do 75/2008 já deveria ter começado, pois me pareceu ser essa uma das contrapartidas do acordo assinado há 3 meses.
  • Que este documento tem bastantes considerações gerais e introdutórias e poucas propostas concretas para a operacionalização do que se pretende.
  • Que a criação dos Conselhos Locais de Educação (que curiosamente parecem decalcados da tradição britânica) é redundante no quadro da existência dos Conselhos Municipais de Educação, por inoperantes que eles sejam e a mim quer-me parecer que amanhã confirmarei isso em primeira mão.
  • Que os reajustamentos a introduzir desde já no 75/2008, em especial no sentido da democraticidade da escolha dos coordenadores de departamento não podem acontecer em pleno enquanto não for concretizada a eliminação da distinção da carreira entre professores e titulares, pelo que é melhor – antes de remendos apressados – esperar para fazer as coisas na sequência correcta.

Por tudo isto, seria boa ideia que a revisão do ECD deixasse de estar empacada algures e se percebesse no que ficamos, antes de se partir para fazer remendos legislativos destinados a ser revogados passado pouco tempo.

Ajustes Directos da Parque Escolar

Vai em 1700 assinaturas, importava chegar às 4000. A iniciativa partiu do 5dias.

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