Sábado, 3 de Abril, 2010


Kings of Leon, On Call

Cartoons de Angel Boligan, Mike Scott e Pat Bagley

Mais do que um modelo alternativo de gestão financeira e administrativa – que é o ênfase das charter schools – as magnet schools (afloradas num artigo de Bárbara Wong hoje no Público de que não tenho link) representam uma abordagem diferente da gestão pedagógica. Na sua origem, nos EUA, tiveram também importantes preocupações ao nível da integração de minorias, mas são na actualidade, principalmente, projectos pedagógicos dirigidos para um perfil específico de estudante, podendo apostar no desenvolvimento de um currículo centrado numa dada área do conhecimento e/ou na excelência do desempenho dos seus alunos.

É um modelo que, mais do que autonomia administrativa, implica uma enorme autonomia pedagógica não apenas nas metodologias, mas principalemnte na definição dos currículos.

Pelas suas características, têm um recrutamento de alunos que não obedece a regras de tipo geográfico e, para além disso, são muitas as que evoluíram para um sistema muito competitivo de admissões. O que significa que deixaram tanto de ser uma experiência destinada à integração para serem um nicho mais vocacionado para a excelência.

Estão mais próximas de uma escola profissional de topo do que de uma qualquer escola pública ou privada portuguesa que siga o currículo geral.

Para saber mais:

What is a Magnet School?

Magnet Schools of America

Fala quem sabe!

«As famílias vão ficar com menos para viver», alerta CONFAP

A Confederação das Associações de Pais (CONFAP) vai enviar ao Parlamento simulações do impacto que a redução das deduções fiscais em Educação vai ter no rendimento das famílias, que «vão ficar com menos para viver».

«Estamos a pedir simulações a alguns fiscalistas, que na próxima semana vamos enviar aos grupos parlamentares para mostrar que as famílias vão ficar com menos para viver», disse este sábado à agência Lusa o presidente da CONFAP.

Albino Almeida realçou que a redução das deduções fiscais em Educação, uma medida incluída no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), «vai levar a uma diminuição do rendimento das famílias e pôr em causa a continuidade da manutenção dos seus filhos no sistema educativo com a qualidade que devem estar».

«Na prática trata-se de um imposto indirecto que incide sobre as famílias», considerou, realçando que «são as famílias com mais do que um filho que mais preocupam».

Albino Almeida adiantou que a CONFAP já alertou o Ministério da Educação para o facto de que «a Educação é um investimento e não uma despesa».

Gundisalbus em movimento perante uma plateia de comentadores do Umbigo

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