Fátima Campos Ferreira a dizer que a questão da autonomia deve passar pelo Estatuto do Aluno.
Isto depois de uma intervenção do Filipe de Paulo que disse que nos defrontamos com… nós quem?
E confirma-se, ninguém que dê aulas no ensino público e enfrenta o quotidiano docente teve autorização para falar. Só as hierarquias…
Março 30, 2010 at 12:55 am
O que não te garante que se lá tivesses ido não ta dessem…
😀
Março 30, 2010 at 12:57 am
Desta vez isto foi mais Contras & Contras do que Pros & Pr0s. O palacete de MLR deve ter pegado fogo ou inundou-se de veneno.
Março 30, 2010 at 1:00 am
Não vi. Nem vejo. Quero esquecer o ME, a Alçada, os Movimentos, os sindicatos, o Mário Nogueira…
😦
Março 30, 2010 at 1:03 am
Finalmente chegámos lá…
Março 30, 2010 at 1:06 am
#3
Idem.
Março 30, 2010 at 1:10 am
Caro Paulo, não foi certamente por falta de tempo que não aceitou o convite…
Eu só vou ter tempo de dar os meus contributos amanhã. Não vai ser fácil: 100 minutos de programa; 4 posts seus; 100´s de comentários…
Março 30, 2010 at 1:11 am
#6,
Não foi, por certo, essa razão.
Março 30, 2010 at 1:11 am
P*ta que os pariu a todos.
Isto só lá vai à porrada!
Março 30, 2010 at 1:14 am
Também quero esquecer o bullying, as turmas CEF…
As obras da Opway, e o diabo-a-sete…
http://gataescondida.wordpress.com/2010/03/30/a-violencia/
Março 30, 2010 at 1:16 am
Quero esquecer a pseudo-avaliação, a ficha de auto-avaliação…
Março 30, 2010 at 1:17 am
… o Estatuto do Aluno, as fichas de compensação…
Março 30, 2010 at 1:18 am
…as aulas de compensação que vou dar daqui a horas a uma turma dos C. Profissionais.
Março 30, 2010 at 1:19 am
… Tenham uma boa e santa noite.
Vou.
Kisses
Março 30, 2010 at 1:56 am
A esquerda se quiser continuar a ter os professores como um dos seus clientes eleitorais tem de mudar URGENTEMENTE de ATITUDE em relação às palavras:
esforço, disciplina e autoridade
Março 30, 2010 at 2:09 am
Pois!
Foi disto que ninguém falou! Foi sobre isto que os directores, todos eles com “boas práticas” (esta expressão cada vez me irrita mais) se calaram! E é por isto que “a acta” desapareceu, assim como todas as queixas a ela associadas. E é por isto que em muitas escolas “não acontece nada”…
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10861320.html
Março 30, 2010 at 2:17 am
Os meninos já ouvem o que se diz na televisão e na net. E percebem. E sabem que isto é um país onde os ladrões têm um enorme sucesso. E que alguns dos maiores estão nos lugares de chefia e decisão. E que os bem falantes como o Portas estão enterrados em lama até ao pescoço. E, por isso, não têm qualquer legitimidade para falar em autoridade. A autoridade(como disse o miudo do programa) devia ser substituida por “respeito”. A autoridade deve ser apenas uma natural consequência do respeito mútuo, digo eu. E eles não são bom exemplo para dar o exemplo. Pta K us pariu.
Salvou-se o Nuno Crato, felizmente, que a gente precisa muito dele.
Março 30, 2010 at 2:32 am
Desengane-se quem achar que a televisão se tornou democrática. É apenas o efeito descompressor da vitória do Benfica.
O Prós e Prós continua bem vigiado pelo Poder e muito melhor controlado. O provedor do telespectador é um bananinha que está feitinho com o Sistema, não pode morder a mão ao dono e só discute assuntos de lana caprina. A escolha dos intervenientes no Prós é feita segundo critérios estritamente ideológicos, de modo a tornar aquilo numa cavaqueira cinsensual, morna e insuportavelmente inútil.
Os direKtores enaltecem as (suas) boas práticas, o aluno acha que os seus colegas são considerados “animaizinhos”, o Portas não se importava de reavivar o uso da régua. Só a senhora e o Nuno Crato se referiram à razão profunda do estado desastroso a que a coisa chegou: a ideologia dominante. Que pretende aniquilar a escola e impedir que TODOS sejam cidadãos cultos, informados, esclarecidos, críticos.
O resto são trocos.
O plano continua inclinado e, daqui a mais algum tempo chegaremos ao fundo.
Março 30, 2010 at 2:33 am
Fátima Campos Ferreira e Filipe de Paulo faziam um parzinho…
Março 30, 2010 at 2:33 am
“consensual”
Março 30, 2010 at 2:33 am
“tempo,”
Março 30, 2010 at 2:38 am
Tenho de fazer as correções. A minha secretária reviso-orto-corretora só chega mais logo. E antes que apareça aqui algum desses perfecionistas que gosta de se exibir a corrigir os outros em público…
Eu sugiro sempre um remédio que resulta sempre. Aumentar a frequência do sesso. Pelo menos uma vez por mês.
Março 30, 2010 at 2:48 am
«E é por isto que “a acta” desapareceu, assim como todas as queixas a ela associadas. E é por isto que em muitas escolas “não acontece nada”…»
Eu não conheço pormenores. Mas antes de considerarmos o desaparecimento da acta temos de nos perguntar por que não constavam nas actas as queixas do professor.
E as actas estavam assinadas, certo?
Então ninguém notava que faltava alguma coisa? Nessas reuniões eram todos surdos? Ou será que pensavam deixa, isso não é problema nosso, ele que se entenda com os alunos, que é para isso que lhe pagam?
Março 30, 2010 at 4:50 am
Pus aqui propositadamente o nick« sou burra» porque me sinto mesmo assim há uns anos.Dou aulas há 29 anos, não vi o «consensual» e tive uma reunião de avaliação em que só não chorei a rir da estupidez de pais a perguntarem o prq de eu, moi,je, myself and I ter estado doente. Deixei em acta tudo e mais alguma coisa, completamente politicamente incorrecto e estou acordada a esta hora prq tenho insónias crónicas.
Parabéns, Paulo Guinote, mais uma vez, pelos seus posts sempre pertinentes e a todos os que aqui comentam.
nota de rodapé: Acrescento que estou bastante doente,este ano está a ser difícil suportar, já fui chamada incompetente prq não gosto de florzinhas bonitas para o poder local ver, continuo a gostar de dar aulas, sou d.t e c.d.t.
Março 30, 2010 at 9:58 am
Resumindo: todos são especialistas em Educação menos os Professores. Resta-no acatar as opiniões e indicações dos “especialistas” que analisam a escola a partir do lado de fora dos gradeamentos e portões ou dos seus gabinetes ou dos seus confortáveis sofás.
Março 30, 2010 at 10:32 am
Este últimos anos “estupidificaram” os professores… Espero não ficar assim. Quando isso acontecer é porque já morri…ou estou senil.
Vejo cada comentário à minha volta, cada reacção que é de bradar aos ceús!!
Antigamente (e estou a recuar +- 15 anos, o que não é muito, convenhamos) isto era impensável. E fico ainda mais incrédulo quando ouço estas coisas vindas de colegas da velha guarda, que conheci noutros tempos, e que foram meus professores e que deram uma volta de 360º.
Por isso é que digo que há muitos colegas (prefiro nem chamar colega, porque não me identifico nada com isto) cada vez mais “atadinhos” e isto só pode ser consequência deste sistema que se apoderou das escolas e que a pouco e pouco transtornou as pessoas… Vejam só alguns exemplos. Esta semana em reuniões de avaliação, ouvi coisas do género:
* “não sei se dou uma negativa mais alta ou mais baixa porque o aluno pode ficar “triste”” (!!!!!!)
* parece-me que fulano tem problemas… há ali qualquer coisa que ainda não descobri do passado… parece-me que haverá problemas no passado … em casa…por isso vou dar melhor nota porque coitadinho…” (!!!!!)
* vamos lá a ver que nota é que o aluno “precisa” até final do ano para passar porque ele/ela até é bom rapaz/rapariga apesar de não se esforçar nada, de ter muitas faltas, de chegar sistematicamente atrasado, de ter uma série de faltas disciplinares…” (!!!!!)
??????????????????????????????
Março 30, 2010 at 10:47 am
Paulo: a prova está feita.
É melhor ir, na próxima vez. Mesmo sem garantias firmes e antecipadas. A ver se isto não volta a acontecer:
…ninguém que dê aulas no ensino público e enfrenta o quotidiano docente teve autorização para falar…