Ficam aqui os elementos oficiais mais recentes da agência europeia para a análise dos sistemas educativos:

Como é fácil constatar, os professores portugueses estão longe de ser os que têm horários mais leves. Aliás, no caso desta tabela, falta para o caso português o cálculo das horas gastas em trabalho extra, pois apenas surgem números para o horário de trabalho legislado e aquele que deve ser passado efectivamente na escola, sendo que neste caso o númro apresentado (22 horas) está abaixo do que efectivamente acontece (26-27 horas).