No espírito do post que hoje coloquei no blogue, eis uma série de dúvidas:

A – Deverá ser, ou não, absolutamente inadmissível que os sindicatos aceitem que as classificações do 1º ciclo de avaliação tenham qualquer tipo de consequência, beneficiando ou prejudicando quem quer que seja e no que quer que seja?
B – É ou não verdade que este novo estatuto irá beneficiar muito mais quem está próximo do topo da carreira?
C – É ou não verdade que, com este estatuto, pode acentuar-se ainda mais a desigualdade de tratamentos salariais entre aqueles que fazem igual trabalho?
D – O que vai acontecer a quem está no índice 218 (actual 4º escalão e antigo 7º)? Não irá essa imensa massa de gente ser a mais penalizada?
E – Irá ser suficientemente garantida a isenção e igualdade de tratamento no processo avaliativo futuro em todas as escolas do país? Será isso viável?
F – Já está claro que parâmetros de avaliação vão ser tidos em conta? Já alguém percebeu o que distingue o B do MB? O que é um professor (qualquer profissional) Excelente?
G – E se de repente todos começarem a pedir aulas assistidas?
H – E se de repente todos, a partir do 3º escalão, resolverem que querem ser avaliadores e adquirem formação específica: quem, e em que condições, lha dará?   ou E se ninguém, ou muito poucos (era giro, mas não acredito!) quiserem ser avaliadores?
I – É ou não verdade que a carreira docente corre o grande risco de tornar-se cada vez menos atractiva, e daqui a poucos anos só entrará nela  quem não “tiver onde cair morto”?
J – A Escola, por este andar, está ou não condenada definitivamente a tornar-se uma empresa, ficando completamnete descaracterizada?
L – Alguma vez, por este andar, será possível ambicionar que “a paz volte às escolas“?
CVC