Ao fim de alguns anos de blogue a funcionar, tenho direito a ser visado por um post de um blogue colectivíssimo da área do PS cinzento, ou algo parecido que não percebo nada destas coisas, de sua graça A Regra do Jogo. Aparentemente tenho-lhes provocado urticária, pelo menos a um Carlos Santos que desconheço em absoluto quem seja e não estou a ser rude, apenas sincero. Há-de ser alguém que eu devia conhecer, mas não conheço. O vice-versa também poderia continuar a ser válido.

O post é muito comprido, demasiado emaranhado e contraditório para eu estar a esta hora – o jantar chama – a tentar deslindar o verbo palavroso e o pensamento confuso.

Basta ler que eu sou «sofisticado na literatura do pós modernismo educativo» para ter motivo de risota até ao amanhecer. Ou seja, sou um emérito do discurso eduquês. Eu, me, mysef and I.

Lá mais para o fundo afirma que eu sou um derrotado em todo este processo, porque agora ninguém alimenta este blogue revolucionário (e eu convencido que era visto como revisionista e tudo…).

Ah, e perderam Guinote e os amigos. Quem vai agora alimentar os blogues revolucionários dos professores descontentes?

O que me tranquiliza? Algo que escreve mais acima:

Ganhar? Os maus professores ganharam muito.

Se os maus professores ganharam e eu perdi, então eu sou um bom professor.

Bigados, pá. Num dia como hoje quase me apetece oscular o Carlos, mas não quero adoptar nada. Revolucionário, mas não propriamente fracturante