Eis a lista que se pode encontrar na página 172 da obra So Much Reform, So Little Change de Charles M. Payne (Harvard Education Press, 2008):

  • Tendência para não contar com o contexto social e político.
  • Falta de tempo, incluindo para treinar, planear, reflectir e para as pessoas-chave trocarem informação de forma atempada; choque das necessidades de tempo para diferentes programas.
  • Ritmo e escala da mudança mal apropriados; tendência para fazer demasiado muito depressa.
  • Falta de liderança; tendência para tudo recair nos directores e nos seus fiéis.
  • Estreita base de apoio; falta de apropriação, falsa adesão.
  • Crença generalizada no falhanço do programa; tendência dos professores para se comprometerem o mínimo.
  • Falta de balanços apropriados e consequente inabilidade para fazer correcções a meio do percurso; tensão entre o desejo de não magoar os sentimentos das pessoas e um balanço honesto.
  • Ambiguidades nos papéis introduzidos pelo novo programa.
  • Falta de compreensão profunda das modificações por parte das lideranças; falta de conhecimento comparativo em relação às inovações.
  • Instabilidade do pessoal chave.
  • Interferência/Falta de apoio dos funcionários locais.
  • Falta de coerência do programa.
  • Falta de continuidade.