O problema é que o primeiro está longe e é indispensável contactá-lo nestas matérias – nunca esqueçamos que os professores são oodiozinho de estimação do senhor engenheiro – pelo que depois, quando alguns dos intervenientes são amadores nestas andanças e os que não são amadores são algo incompetentes, a encenação resulta pífia e os cordelinhos das marionetas ficam todas à vista.

“Será falta de experiência negocial?”

Não houve acordo entre o Ministério da Educação e os sindicatos de professores, mas também não ficou formalizado o desacordo. Num dia marcado por uma sucessão de imprevistos, a conversa final foi adiada para quinta-feira.