Nota prévia: A Ana já retirou o post, mas eu não sou Gandhi, nem Cristo. Não retiro uma linha ao que escrevi. Apenas não faço um post com citações sobre o assunto, de textos meus sobre o tema de há meses para provar que traidores são outros.

Está no direito dela. Está é a ser injusta e a distorcer os factos, que estão documentados em imensos posts e comentários do Umbigo. Basta consultar as pessoas que assinaram o documento – desde logo a Reb e o Teo – e informar-se da minha posição desde o início.

Que foi assumida PUBLICAMENTE e não às escondidas.

Não vou sequer entrar aqui na desmontagem da traição de que me acusa, nem na incoerência da sua posição. Nem sequer vou dizer o que fiz ou tenho feito para que ninguém fique para trás.

Apenas assinalo que são atitudes e cobranças como esta que me fizeram – e fazem de novo – pensar em migrar para outras paragens e fechar o blogue, quando está tudo à beira de se conseguir.

Há quem realmente leia todas as entrelinhas erradas.

E nem digo mais da revolta que sinto. Mas a minha é genuína, é visceral, não política e instrumental.

Ahhhh, já agora, eu tenho uma quinta no Facebook e também um aquário. A Marta gosta e eu gosto também. Quem não gosta talvez tenha perdido a criança que deve ser existir dentro de nós. Tenho pena.

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