Punhos de renda de Jerónimo.

Contradições evidentes no discurso de Sócrates. Não interfere, mas exige da administração. Não pressiona, mas critica publicamente a linha editorial.

A táctica é acusar os outros de o atacarem. E depois? É necessário fazer uma cronologia de varridelas com base em questões de opinião? Como no caso Charrua?

Ou das não-pressões? Os processos perdidos contra Balbino Caldeira e João Miguel Tavares?

Ainda ontem João Marcelino do DN, assim como Miguel Pinheiro da Sábado e Avillez Figueiredo do I confirmaram os telefonemas de assessores e ministros para os jornais no Expresso da Meia-Noite!!!

Somos todos ingénuos. Sócrates nem sequer inviabilizou o negócio PT/TVI.

Nem sequer sabe que Pina Moura saiu da administração. Mas haverá limites para a falta de pudor?

Que prova maior do que interferir na pergunta que Judite de Sousa fez a Jerónimo de Sousa, pedindo-lhe explicações?

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