Pub17Jul09

Público, 17 de Julho de 2009

A esta notícia há que acrescentar alguns dados, nem todos completamente públicos.

Não são apenas três os casos em que estão em decurso acções jurídicas para travar a escolha do Director e não são todas do mesmo tipo. Umas são em defesa do cumprimento do mandato de anteriores órgãos de gestão (caso dos três cujas providências cautelares foram aceites), outras passam pela contestação do próprio procedimento, um terceiro tipo passa por disputas entre candidatos e há ainda a situação singular de Santo Onofre, que passa pela contestação à nomeação de uma Comissão Administrativa Provisória pela DRELVT.

Neste caso, até talvez tudo se torne irrelevante, pois o presidente da dita CAP após uns meses em que demonstrou – por todos os testemunhos que ouvi –  toda a sua inadequação para o cargo e depois de um desempenho a todos os níveis lastimável como comissário político do Governo, decidiu, num assomo de dignidade, ser ele a bater com a porta e a ir-se embora.

Neste caso, não sei mesmo se o desfecho não é bem mais catastrófico para o ME que as próprias decisões judiciais.