Está aqui. Ficam a capa e as páginas das conclusões, que oscilam entre o elogio das intenções em instituir um sistema de avaliação e a constatação de que muito correu mal e muitas consequências não foram devidamente antecipadas.

Nada de novo. Desta vez em estudo-OCDE e não tipo-OCDE.

Nada que aqueles que defendem a existência de um bom modelo de avaliação não estejam cansadinhos de dizer e clamar aos quatro ventos.

Espera-se agora a forma como o ME vai tentar tornear isto e recortar as passagens que lhe interessam, descontextualizando-as da recomendação global de usar o trabalho feito como uma base para o futuro, mas tão só isso. Interessante como a certa altura se recomenda que se acabe o mais depressa possível com este ciclo de avaliação e se dissipem as dúvidas que pairam, sobre ele.

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