Já tinha feito uns relatórios para servirem de base à aplicação da coisa, mas confesso que só hoje mergulhei nas tipologias e grelhas de classificação que servem para aplicar a CIF aos alunos de forma a eles poderem beneficiar de um currículo específico individual.

Já sabia que era dantesco, mas uma coisa é ouvir falar e espreitar, outra ficar ali a tentar encaixar uma miúda de 14 anos, em trânsito quase forçado para o 6º ano, naqueles espartilhos.

Os exemplos de coisas ridículos são imensos, mas por agora fico-me pela escala de quantificação dos problemas (p, 24 de 238), chamando a atenção para o nível 3 que vai dos 50% aos 95% (problema grande, extremo), enquanto o nível 0 corresponde a 0% a 4% (como se calcula isto? e como se distingue 3,5% de 4,5%?).

CIF