Ao contrário das piruetas que o ME dá em cima deste relatório (não é de estranhar que nem coloquem link para o dito cujo), o que lá está escrito não seria de molde a entusiasmar nenhum apoiante das políticas educativas deste Governo e muito menos da estratégia de spin usada para colocar as suas evidências e conclusões como coincidentes com as posições do ME no diferendo com os professores.

Repare-se na página 63: apesar de os professores portugueses serem os sétimos a gastar mais tempo em formação, são dos que mais se queixam da qualidade e adequação dessa formação. Nem de propósito, sabemos bem que o se tem passado nos últimos anos nesta matéria com a formação afunilada apenas em 3 ou 4 direcções, deixando a larga maioria dos docentes sem uma oferta adequada para a sua área científica.

TAlis63

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