É pena não estar online a peça do DN de hoje sobre os casos que estão a entrar em tribunal em torno da questão da gestão escolar. Aliás tem sido uma recorrência da edição electrónica do jornal dar escasso destaque às notícias sobre educação não-superior, assim como não ter um espaço específico onde as procurar.

Enfim, voltemos à situação em apreço.

Temos apenas acesso a uma súmula muito resumida da notícia, pelo qu quem quiser ainda irá a tempo de comprar:

Os casos que vão seguir na Justiça

Nas Caldas da Rainha, a escola de Sto. Onofre não elegeu director porque ninguém concorreu ao conselho geral. Ministério afastou o conselho executivo, ainda com um ano de mandato por cumprir.

Em Peso da Régua, o conselho executivo recém-eleito pode passar apenas dois meses em funções.

Em Coimbra, a escolha de uma directora na Secundária Inês de Castro está a ser contestada em tribunal por ex-dirigentes.

Em Melgaço também não foi aceite saída do conselho executivo.

Mas há outros tantos, ou mais, em processo de ebulição, um pouco por todo o país e mais existirão à medida que as situações se começarem a delinear com maior (ou menor) clareza.

Porque até há casos em que o ME quer destituir Directores escolhidos à sua maneira, só porque não foram os certos.