… de cada país na construção do sucesso educativo e da própria alfabetização. A comparação é muito simples quando se constata que nós somos pioneiros em matéria legislativa e bem tardios na concretização dos factos, enquanto que aqueles cuja «sociedade civil» vislumbrou as vantagens da Educação não precisaram de empurrões por decreto.

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Expresso, 1 de Maio de 2009 (com o devido agradecimento ao Maurício)

Provavelmente isto fará imenso sentido de diversos pontos de vista, incluindo daquele que fala na racionalização da rede escolar, mas a mim causa-me alguma aflição: decretar a obrigatoriedade de um nível de escolarização quando 15% dos concelhos não dispõem das respectivas infraestruturas básicas.

Fora a estranheza que me causa ver demolir pavilhões em estado de conservação mediano para construir novos, enquanto existem escolas secundárias sem pavilhão nenhum.

São certamente visões bem mais avançadas do que a minha, tradicionalmente anacrónica.