Abril 2009


Ameaça de greve também paira no Ensino Superior


David Lynch, Blue Velvet

O ponto de equilíbrio mais conseguido – a par da primeira época da série Twin Peaks e o Mullholland Drive anda lá perto – entre os delírios oníricos de Lynch e uma história capaz de nos agarrar pelos colarinhos.

Como há quem ande por aí a discutir cinema em outros espaços, fica aqui o empurrão.

Só faria uns reparos prévios: eu sou claramente o Obélix. O Pedreira não foi responsável por nada. Acho. Por mim o assunto encerrou-se.

Caros Senhores

Antes de mais uma ressalva: longe de mim tentar diminuir a saudável troca de argumentos, a explanação de pontos de vista, a livre contenda de ideias. Ainda para mais quando estamos perante um debate entre pessoas que muito têm feito pela luta dos professores, verdadeiros “gurus” da temática. Do debate, de certo, nascerá a luz…ou outra coisa qualquer. Não obstante, nos últimos dias, a leitura dos vossos consagrados blogues criou em mim uma certa nostalgia, uma inexplicável “saudade de outros tempos”. Julgava eu que o apelo ao “retorno” seria poético (que bom que era quando éramos todos amigos), ideológico, filosófico, até mesmo moral. Enganava-me! Descobri-o ao consultar a minha parca biblioteca quando pousei os olhos sobre uma obra que já foi para mim um clássico da literatura universal. Nesse momento, não direi que tive uma epifania, mas de algum modo percebi que era afinal na minha “bagagem literária juvenil” que residia a chave da cristalina percepção do que de facto parece estar a acontecer. Envio-vos uma reprodução da capa da referida obra, com uma pequena e subtil adaptação, e espero que me perdoem a ousadia.

Cumprimentos

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Alexandre Trindade, Braga

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Caros colegas

É preciso denunciar esta situação dos TEIP.

Tentei concorrer a uma escola de Vila Nova de Gaia e para saber os procedimentos de que necessitava telefonei para a secretaria do agrupamento no dia 17 de Abril, sexta-feira, pelas 14.00h. Nessa altura foi-me dito que não havia nenhuma informação disponível. Perguntei se necessitaria de entregar um currículo ou qualquer outro documento, mas também não me sabiam dizer. Perguntei se havia datas de início do concurso, mas igualmente desconheciam-na.

Qual não é o meu espanto quando hoje, pelas 12 horas, ao telefonar para a mesma escola me dizem que o concurso, já terminou ontem, dia 27 de Abril. Ou seja, o concurso começou dia 21, terça-feira, mas na sexta anterior ninguém tinha nenhuma informação. Disse-me a secretaria dessa escola e confirmou o Conselho Executivo que a abertura do concurso foi anunciada na plataforma “moodle” dia 20 e foi tudo.

Quer dizer, o concurso ocorreu em 5 dias úteis que começaram praticamente sem pré-aviso.

A questão que se coloca, (não enveredando por uma interpretação de que interessava que o concurso não fosse divulgado para que os professores colocados em cada escola TEIP não tivessem concorrência), é se é legítimo que se envie um mail para os Conselhos Executivos numa sexta-feira pelas 19.00h para que segunda-feira se coloque na internet o aviso e logo no dia a seguir se abra o concurso. Por outras palavras, faz sentido que eu ligasse todos os dias para a escola, que consultasse sistematicamente o computador para ver se a qualquer momento acontecia a surpresa? Eu não o fiz durante 6 dias úteis e foi o suficiente para ficar arredado de uma escola que me poderia dar colocação, pelo menos durante 4 anos.

Quem manda pensa que os professores não têm suspense suficiente com o ECD?

José Santos

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Fotos da Mariazeca

O Ramiro está aparentemente incomodado pelo facto de alguém como eu conseguir fazer passar a sua mensagem para os órgãos de comunicação social. Os termos em que desenvolve a crítica e a adjectivação usada recentemente deixam-me algo confuso, mas não surpreendido:

Respeito e tenho em elevada consideração o teu contributo teórico para a luta que os professores travam contra a divisão da carreira, mas – desculpa lá eu dizer-te isto – acho-te muito caprichoso e a vaidade e evidente gosto por apareceres nas primeiras páginas e nas televisões levam a que tomes posições irrealistas que não passam de meros tiros de pólvora seca.

Poderia aqui evocar, de novo, que aquilo que tenho feito (o apoio à frente jurídica de contestação às medidas do ME, alguma presença na comunicação social) mais não são do que algo que defendo desde que me meti nisto e há bastante gente para comprovar o que afirmo.

Em contrapartida, em meu favor, tenho o facto de estar no terreno, ser vulnerável às consequências práticas da passagem a actos das minhas palavras (há quem tenha outro respaldo nesta matéria, arriscando nada) e não ter 63 espaços na net com o meu nome e cara.

(como se vê também sei dar caneladas, mesmo se mais subtis, não sou um Petit ou um Paulinho Santos)

Ainda em meu favor (acho) tenho alguma capacidade de auto-crítica e derisão, como se pode demonstrar pela imagem de abertura do livro do Umbigo, que por aqui desvendo pela primeira vez para gáudio geral:

o-pavao-arte-finalSou uma vedeta, óié!

Haja paciência!

PS usou em tempo de antena imagens de crianças com o Magalhães pedidas pelo Ministério da Educação

Nada de novo. Nada de inesperado. Business as usual. Nunca as escolas e a Educação terão sido objecto de maior aproveitamento político desde os tempos do outro S.

A Educação foi o campo escolhido por Sócrates e pelo seu PS para seduzirem as famílias, essa entidade mítica e votante. Quem não percebeu isso…

Lembrei-me de “apalpar o pulso à nação” e fui por aí à procura de opiniões sobre o Primeiro Ministro de Portugal:

PRIMEIRA:

EU – Bom dia, o sr., pelo aspecto, deve se gestor bancário, não?

ELE – Negativo, sou treinador de futebol.

EU –  Não errei muito… Que opinião tem do Primeiro Ministro?

ELE –  Bem, eu acho que o P.M. , que, como sabe, “joga sempre de luvas”, depois de ter marcado “aquele golo” com a lu…, perdão, com a mão, tem andado muito irritado, e, talvez por isso, está sempre a “chutar ao lado”. Aliás o “TRIO de ataque” imita-o na perfeição: é só bolas ao lado… Ora isso pode ser muito prejudicial para toda a “equipa”. A “massa associativa”, sobretudo aquele sector que “ensina” os outros “o saber estar na bancada”, já o(s) vai assobiando ( embora uns com mais determinação que outros). O que é certo é que, por este caminho, o “clube” está mesmo à beirinha da falência, o que pode vir a ter graves efeitos no desempenho da “selecção nacional”.

EU – Obrigado pelo seu esclarecedor depoimento.

ELE – Ora essa.

SEGUNDA:

EU – Desculpe, o senhor é médico?

ELE: – Não, sou gestor bancário no BPN.

EU:  -Tem tido muito trabalho, na sua agência?

ELE: – É mais o de transportar montes de  papelada para o caixote do lixo.

EU: – Que opinião tem do P. Ministro?

ELE: – Acho que tem governado muito bem. Tem feito tudo o que pode pela solvência dos nossos bancos. Verdadeiros milagres! Tenho a certeza que, um dia, os seus feitos serão justamente recompensados, e lembrar-se-ão dele, como o fizeram, agorinha mesmo, com o Condestável D. Nuno.

TERCEIRA :

EU: –  Bom dia! Desculpe a pergunta, o sr. é funcionário na empresa “Armazéns do Estado” ?

ELE: – Obviamente, não vê que  sou professor?

EU: – Mas…só faz o trabalho “ridículo” de dar aulas , ou já é avaliador?

ELE: – Nem uma coisa nem outra. Passo o meu precioso tempo a desempenhar o cargo de ” segurança” nas salas de aula e, por vezes, até sou “vigilante” , sobretudo, quando me requisitam para “aulas de substituição”…

EU: – O que pensa do Primeiro Ministro?

ELE: – Bem, eu preferia nem estar a pensar nele ( por causa da minha úlcera nervosa) mas, para não ser indelicado consigo, digo-lhe, então, que tem sido um excelente gestor do erário privado das elites endinheiradas e um grande comunicador de falácias.

EU: – E no Ensino, acha que o P. M. fez bem ao apoiar, sem perceber muito daquilo, as políticas da 5 de Outubro?

ELE: – Sim, sem dúvida! Os alunos pouco esforçados, preguiçosos e desleixados adoram as políticas da 5 de Outubro! (É que eles sabem que não são obrigados a estudar muito para obter diplomas a sério,  por isso estudam pouco e à pressa para conseguirem “diplomas de caca”).  Os alunos que estudam e trabalham, como sentem na pele a concorrência desleal dos “diplomados à pressa”, não gostam dessas políticas. Os “professores”, esses, agradecem o “reconhecimento social” que passaram a ter, graças ao sacrifício demonstrado, por estarem a suportar os efeitos nefastos de um salário cada vez “mais perto do osso”, e, ainda, por terem contribuído para o bem alheio, traduzido no equilíbrio do défice.

C.R.

Depeche Mode, It’s No Good

Depoimento pessoal do estado lastimoso do ensino

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Lecciono numa escola E. B. 2,3 do interior, que mostra a realidade do ensino português. Para grande parte dos alunos dessa escola, ter muitas reprovações e 7 ou 8 negativas, é perfeitamente normal. O sistema de ensino não representa nada para eles e só andam na escola, porque a isso são obrigados. A indisciplina tem aumentado assustadoramente, desde que este Desgoverno começou a «malhar» nos professores e desde que começou a rebaldaria chamada «aulas de substituição». «A gente passou a portar-se pior, com as ‘aulas de substituição’», – reconhecem os alunos. Por maior esforço que um professor faça, nas aulas não se consegue avançar na matéria, já que, maioritariamente, os alunos revelam total alienação e desinteresse pelos conteúdos lectivos e têm muita dificuldade em fazer a distinção entre as aulas e o recreio. A imagem que têm dos professores é, visivelmente, negativa, como sendo de uns coitados que não mandam nada. Vários deles são insolentes e mesmo arruaceiros em relação a professores. O sentimento de impunidade é total. Já um aluno comentou que não queria ir para determinada escola, porque «lá, os professores mandam mais e aqui não mandam nada!» A localidade em que se situa esta escola é «sociologicamente socialista», onde, desde há muito, há mães que passam o tempo a falar mal dos professores e que agora se sentem protegidas pelo Desgoverno do sr. Sócrates. Eu e outros professores deixámos de ir a certo pequeno restaurante, porque o dono passava o tempo a falar mal dos professores e dos funcionários públicos! Que se pode esperar dos filhos desta gente?

Neste contexto, verifico que, entre estes alunos, reina uma noção muito negativa em relação ao sr. Sócrates e ao respectivo Desgoverno, que justifica muito da postura deles. De vários comentários depreciativos, passo a referir alguns:

Certo aluno fez este comentário, durante uma aula: «Andamos nós aqui a esforçar-nos e o Sócrates tirou o curso daquela maneira!» Disse outro aluno que não valia a pena esforçar-se, porque, quando tivesse 18 anos, faria tudo num ano, nas «Novas Oportunidades». Outro disse que, quando começassem as aulas assistidas, se iriam vingar dos professores. Outro, ao referir-se ao sr. Sócrates de forma muito negativa, acrescentou: «Mas esses é que se safam! E se aparece alguém a fazer-lhe frente, ele acaba com ele! Os vigaristas é que se safam!» Na turma mais indisciplinada que tenho, vários alunos justificam o comportamento deles, usando afirmações como estas: «Uma pessoa a trabalhar nas obras ganha tanto como um professor!» «Uma pessoa estuda para professor e depois vai trabalhar nas obras». «A minha mãe estudou para professora e está no desemprego!» «A justiça portuguesa é injustiça!» «O que está a dar é ir para gatuno: com a justiça portuguesa, faz quanto quer! Se for para a cadeia, ao fim de 8 dias está cá fora outra vez!» «Somos obrigados a andar aqui, senão o tribunal vai-nos buscar a casa. Só quando tivermos 18 anos é que podemos ir trabalhar para as obras!» Certa vez, um aluno fez este comentário: «Como é que o ensino pode estar bem em Portugal, com aquela ministra da Educação?» Até agora, todas as referências que conheço, feitas por alunos desta e doutras escolas, em relação ao sr. Sócrates, são de conteúdo depreciativo, salientando-se o mau exemplo que vem de cima e as referências depreciativas ao Magalhães.

Perante tudo isto, que mais se pode esperar da escola portuguesa, senão que se tenha transformado num despejo de filhos, para os pais se livrarem deles e poderem trabalhar como escravos? Estranho seria se a criminalidade violenta cometida por jovens não aumentasse! Que ensino se pode esperar, quando os alunos encaram os professores como os exemplos de que estudar não dá estatuto nenhum?

Adriano P.

Como (a)noto um entendimento implícito entre os comentadores pró-ME deste blogue, diversos comentadores pró-sindicatos e vários analistas e comentadores auto-proclamados responsáveis e não destinados ao martírio (mesmo quando não arriscam nada nesta luta), no sentido de dar o conflito em torno da avaliação por encerrado, deslocando a disputa para a arena eleitoral, gostaria de apelar para que me esclarecessem o seguinte:

  • Porque é que quando saiu o simplex e aqui se colocou a hipótese de trocar a aceitação desta avaliação da treta por uma revisão a sério do ECD responderam que o ME não negoceia de boa-fé e que, portanto, essa jogada era perigosa, oferecendo algo em troca do incerto? Se quiserem poderei ir em busca da fundamentação do que afirmo.
  • Porque será que, após a greve de 19 de Janeiro, que alguém clamou acima dos 90%, subitamente se deu um refluxo da presença dos lutadores com pergaminhos nas escolas e só depois da data limite definida por muitos PCE para a entrega dos OI é que surgiram uns papelitos nos placards, ficando muita gente com a sensação que algo esquisito se tinha passado nos bastidores?
  • Porque é que, em off, há muito tempo alguns analistas encartados dão como encerrada a batalha da avaliação sem que nada de substancial se saiba das negociações em torno do ECD, excepto algo próximo da teoria da conspiração surgida há uns meses e que tinha como actores estereotipados o ME (que abriria negociações acerca do Estatuto), a FNE (que teria uma proposta razoável e moderada para a dita negociação chegar a um bom termo) e a Fenprof (que manteria a posição de radicalização para capitalizar os descontentes)?
  • Porque será que, sem qualquer garantia de lado nenhum que o Estatuto será revisto de acordo com as principais queixas dos docentes, agora existe uma coligação evidente entre sindicatos, movimentos e blogueiros de influência reconhecida como o Ramiro, no sentido de apostar tudo nas eleições e aceitar que a avaliação seja feita nos moldes impostos pelo ME e depois logo se vê?

E por fim a questão para um milhão de patacas:

  • Desta vez existe um entendimento só que não assinado em público?

Se me responderem de forma clara, a começar por esta última questão, talvez seja possível compreender como os guerreiros tisnados por muitas vigílias, muitas lutas de bombo ao alto, muitos pergaminhos, reuniões, abaixo-assinados e sei lá mais o quê, decidiram deitar a toalha ao chão apostando no incerto e apelando ao cumprimento responsável e adulto daquilo que levaram meses de punho no ar a contestar.

Nesse caso, perceberei melhor até que ponto isto se tornou clownesco, vulgo, uma palhaçada.

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Eu acho que o Ramiro entrou numa onda de radicalismo retórico contra quem discorda das suas posições que me faz parecer um rapaz cordato na linguagem. Este post é um bom exemplo disso.

Na sua origem estará est’outro post nos Professores Lusos que procura mostrar como a não entrega da ficha de autoavaliação faz muito mal à saúde e crescer pelos nas mãos.

Brincadeira.

Agora a sério.

Eu acho que existe um equívoco básico na leitura produzida: não participar no processo de avaliação do desempenho não é o mesmo que violar os seus procedimentos, um ou mais do que um. O que a lei determina é a penalização de quem desrespeite os procedimentos (o que até se percebe pelo exemplo incluído na alínea em causa), não quem deles não participa.

Posso estar a ser preciosista.

Mas volta a afligir-me esta maneira temerosa de precaver-se por parte de quem tão temerário foi em outras alturas.

E perco-me por completo naquela lógica que afirma que quem respondeu à notificação deixou implícito o seu desacordo e trolaró.

Não é que eu esteja a apelar seja ao que for, pois me limitarei a ir ao longo do tempo explicando as minhas atitudes.

O que me incomoda é a bravata de outrora transformada em coiso e tal.

Entradas de leão, saídas de sendeiro?

Norah Jones, The Long Day Is Over

De Fracos Recursos Se Faz História

Ou o registo vídeo de um dos momentos vividos nas Caldas, no passado sábado. Eu já tenho por aqui vídeo mais alongado, mas acho que vai custar a caber no Youtube. Mas irei tentar… isso eu prometo…

Anoto ainda, como alguém me fez reparar, um certo e determinado sobre Santo Onofre por estes dias…

Hoje postei escassa prosa pessoal e parasitei  materiais alheios. As razões são – acho eu – aceitáveis e a breve prazo compreensíveis. E fruto de janelas de oportunidade que se abrem.

Mas eu garanto que, após publicação em suporte alheio, eu depois posto por aqui o que andei a escrevinhar durante estas ausências.

tácticas para um final feliz

Eu agradeço-lhe muito os serviços prestados à causa sportinguista na fase final da carreira, mas haja um mínimo de decoro.

João Vieira Pinto promove Escola. Futebol. Cidadania. em Proença-a-Nova

O ex-futebolista e internacional português João Vieira Pinto promove a 2.ª Acção do Projecto Escola. Futebol. Cidadania. que o Gabinete Coordenador do Desporto Escolar realiza no Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova, na próxima terça-feira, dia 28 de Abril, a partir das 09.00 horas.

A ideia não me parece má de todo:

Mais sucesso escolar:
Edital para apoio a projectos de melhoria dos resultados escolares

O Ministério da Educação (ME) lança um programa de apoio ao desenvolvimento de projectos de escola para a melhoria dos resultados escolares no ensino básico, com o objectivo de reduzir as taxas de retenção e de elevar a qualidade e o nível de sucesso dos alunos.

O meu problema passa um pouco por aqui, que acho estranho, sei lá porquê:

A apreciação dos projectos é realizada por um grupo de trabalho nomeado para o efeito, que integra representantes de escolas envolvidas na concepção e no desenvolvimento de estratégias diferenciadas no combate ao insucesso e ao abandono escolares, designadamente dois representantes da Escola Secundária com 3.º Ciclo da Rainha Santa Isabel e do Agrupamento de Escolas de Beiriz.

Este grupo de trabalho tem, também, como missão a elaboração dos referenciais de formação de professores dirigida às escolas abrangidas, bem como o acompanhamento dos projectos seleccionados.

E também me espanta que isto surja em final de mandato, porque se esta era uma prioridade porque surge só agora este tipo de projecto?

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A parte grata e gratificante, mas embaraçosa para um neófito habituado apenas a autografar fichas de avaliação.

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