Só faria uns reparos prévios: eu sou claramente o Obélix. O Pedreira não foi responsável por nada. Acho. Por mim o assunto encerrou-se.

Caros Senhores

Antes de mais uma ressalva: longe de mim tentar diminuir a saudável troca de argumentos, a explanação de pontos de vista, a livre contenda de ideias. Ainda para mais quando estamos perante um debate entre pessoas que muito têm feito pela luta dos professores, verdadeiros “gurus” da temática. Do debate, de certo, nascerá a luz…ou outra coisa qualquer. Não obstante, nos últimos dias, a leitura dos vossos consagrados blogues criou em mim uma certa nostalgia, uma inexplicável “saudade de outros tempos”. Julgava eu que o apelo ao “retorno” seria poético (que bom que era quando éramos todos amigos), ideológico, filosófico, até mesmo moral. Enganava-me! Descobri-o ao consultar a minha parca biblioteca quando pousei os olhos sobre uma obra que já foi para mim um clássico da literatura universal. Nesse momento, não direi que tive uma epifania, mas de algum modo percebi que era afinal na minha “bagagem literária juvenil” que residia a chave da cristalina percepção do que de facto parece estar a acontecer. Envio-vos uma reprodução da capa da referida obra, com uma pequena e subtil adaptação, e espero que me perdoem a ousadia.

Cumprimentos

.

Alexandre Trindade, Braga

a_zaragata-adaptada