No DN de hoje vem uma peça sobre a catadupa de avisos de abertura dos «procedimentos concursais» para director. Hoje são mais 26 no Diário da República, elevando o total para mais de 100 só esta semana.

Mas o que mais me impressiona na peça é a forma como Ministério e sindicatos (Fenprof e FNE) concordam em achar que tudo é natural, que os prazos serão cumpridos, que as escolas têm desenvolvido o seu trabalho e que, no fundo, tudo está na paz dos deuses.

Ou seja, parece que depois de alguma celeuma atirada para o ar com o papão da figura do Director (que já antes podia existir e que não é o único nem mais polémico ponto do 75/2008), há quem esteja a preparar-se para embainhar as armas em mais uma das frentes de contestação à política ministerial.

Se assim não é, pelo menos parece.

Claro que, como de costume, as declarações das dirigentes sindicais em causa poderão ter sido »descontextualizadas».

E eu acredito no coelhinho da Páscoa.

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