Segunda-feira, 6 de Abril, 2009


Bat for Lashes, Moon and Moon

convite

Desde que vi livros de jornalistas, opinadores e directores de órgãos de comunicação social a serem promovidos pelos próprios, nos ditos cujos órgãos, quem sou eu para ir contra tão arreigada prática?

O cartapácio com coisa de 400 páginas (arrancadas à versão original com a dimensão própria de um Bíblia bilingue) tem um pequeno sortido de bonequinhos do Antero a embelezar a entrada nos capítulos  e, quase a abrir, uma prancha de BD do Luís Guerreiro com um argumento meu de gosto mais do que duvidoso para ilustrar o processo de nascimento deste blogue.

Aterrador, no mínimo…

Pré-divulgação de algumas páginas aqui no Wook.

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Cerca da 1 da manhã ou um pouco mais era assim que eu via o Casino da Póvoa. Nem quero pensar se tivesse feito parte do núcleo de resistentes que foi despejado pelas 4. Garanto que acabei a beber 7Up e não foi por causa do Sporting.

Aquilo que trouxeste é em tamanho natural?

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Nesta mesa discutem-se coisas sérias, enquanto não chega a sapateira…

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A nós, ninguém apanha distraídos…

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Aqui que ninguém nos ouve…

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Eu até mandei três mapas, havia lá razão para te perderes no caminho…

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Antes

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Depois

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Fotos da Renda de Bilros e minhas (enquanto espero pelas 200 da Armanda).

Na sequência do post sobre as minhas dúvidas quanto ao lançamentos dos concursos – agora «procedimentos concursais» em ministeriês – fui então fazer a contabilidade parcial da parte de classificados dos jornais que não foi em passo de corrida para o ecoponto.

Na edição de sábado do DN encontrei 10 dos ditos avisos, todos eles publicados (na imprensa e no Diário da República) fora do prazo «legal», aquele que suscitou o assalto a Santo Onofre.

Ontem, no Público, vinham mais dois anúncios, também datados de dia 3 e 4 de Abril. No JN não dei com nada e estranhei, mas era domingo.

Hoje não comprei jornais porque vinha de viagem e já carregado com imensa papelada regional, pelo que nem espreitei o Correio da Manhã, publicação muito procurada para este tipo de anúncios.

De qualquer modo temos sempre o Diário da República electrónico para ir acompanhando o ritmo da publicação e publicitação destes «procedimentos concursais». Hoje foram publicados mais de 40 avisos de abertura.

Todos legalmente fora do prazo. Se é que o prazo é mesmo para cumprir. Ou talvez não seja. Quiçá exista um alçapão…

Todos seria  situações passíveis de intervenção ministerial, caso a razão da intervenção em Santo Onofre e as ameaças feitas em outros pontos fosse causadas pela preocupação com o  efectivo cumprimento da lei.

Quer-me a mim parecer que todos estes procedimentos poderão ser passíveis de impugnação por esta mesma razão: incumprimento dos prazos legalmente definidos.

Ou estarei a ver mal? Talvez…

Se neste momento ainda é passada apenas uma semana sobre o fim do prazo legal, o que se dirá dos concursos que venham a abrir ao longo deste mês, em catadupas diárias?

Façamos lá as contas aos prazos…

E se não aparecem candidatos?

E se nenhum preencher os quesitos e requisitos?

Já agora, e enquanto eu não perco a cabeça e faço eu mesmo isso, quem se dá ao trabalho de fazer a contabilidade dos concursos que irão aparecendo nos próximos dias? Ou os que foram lançados até agora?

Só para comparar com a contabilidade «oficial»

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Para quem viveu em zona ribeirinha e habituado a vê-los de quilha no ar, esta foi uma (quase) novidade.

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As flores rosadas estão meio desfocadas, mas não foi de propósito, foi mesmo inépcia.