Domingo, 5 de Abril, 2009


Echo and The Bunnymen, Over The Wall

Directores nas escolas ficam caros ao Estado

Governo pode ser obrigado a duplicar subsídios, porque os conselhos executivos devem continuar a receber suplemento, mesmo com novos directores.

O Ministério da Educação poderá ter de continuar a pagar o suplemento salarial aos membros dos conselhos executivos até final do seu mandato, e simultaneamente aos directores que os vão substituir nas direcções escolares.

O secretário-geral da Fenprof garantiu, ao JN, não ter dúvidas quanto à obrigatoriedade de o Governo, no processo de transição dos modelos de gestão escolar, ter de pagar “a dobrar”. Os conselhos gerais transitórios das escolas vão ter de escolher os directores até 31 de Maio e Mário Nogueira assegura que o ME vai ter de continuar a pagar o subsídio aos membros dos conselhos executivos (CE) eleitos e que, na maioria dos casos, ainda têm mais um e dois anos de mandato. Contactado pelo JN, o assessor de Imprensa do ME garantiu que, “se houver lugar a pagamentos, esses serão feitos”.

Comprei ontem variada imprensa diária onde, em alguns acasos, avultavam anúncios de abertura de concursos para director executivo de escolas e agrupamentos. E ainda há centenas de escolas que não publicitaram os seus concursos.

O prazo “legal” para isso era o passado dia 31 de Março. Tecnicamente todas estas escolas estão em incumprimento da lei, aquela que o SE Pedreira e a ditosa Ministra tanto gostam de clamar que é «para cumprir».

Perante isso, a minha dúvida é: a lei é para cumprir até à data “legal” ou não? Quantos dias temos para a cumprir, fora do prazo “legal”? 5, 10, 20?

Ou não faz mal quando o concurso fica, desta forma, publicitado em pleno período de pausa lectiva, outrora conhecido por férias, mas agora não, porque fica mal?

Atenção que esta formação é creditada e validade pelo mesmo Ministério que há não muito tempo criticava a formação feita pelos professores em áreas que considerava pouco importantes para a docência…

exp4abr09b 

Expresso, 4 de Abril de 2009

‘Parents to blame’ for problems in UK schools

… já percebi que se inspirara no Estatuto do Aluno.

Palavra dos deputados “faz fé” para justificar faltas

Jaime Gama ordenou mudanças no regime de presenças e faltas, mas deputados podem faltar cinco dias sem apresentar justificação.

“A palavra do deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais”. É esta a redacção do ponto sete do novo regime de presenças e faltas dos deputados em plenários, que o presidente da Assembleia da República fez aprovar. Jaime Gama acabou por deixar a possibilidade de os deputados poderem alegar ausência por motivo de doença sem que para isso seja necessária a apresentação de quaisquer justificativos nos primeiros cinco dias. Excepto quando a doença “se prolongue por mais de uma semana”. Ou seja, um deputado que falte e que com isso impeça ou prejudique uma votação pode invocar doença sem que tenha que apresentar qualquer tipo de atestado médico.

Jantar excelente com companhia a condizer, com convivas de Viana a Castro Verde, com um desvio por Castelo Branco e Guarda.

Um reencontro com o rodovalho, que eu não trincava há bons anos.

Para digestivo, algumas conversas interessantes e ideias sobre o que fazer a curto-médio prazo.

Não só, mas em especial com o Maurício e o Guilherme, algumas trocas de impressões sobre o estado disto e o que se pode fazer sempre numa base de responsabilização individual e proposta de alternativas.

As fotos, poucas minhas, muitas da Armanda, para divulgar a partir de amanhã. E que ninguém se sinta excluído. O local era público, entrava quem quisesse que se arranjava lugar à mesa.

Quanto à paragem do Teodoro nas Caldas da Rainha para compra de artesanato, eu depois acerto contas com o Paulo Prudêncio.

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