Descrição chegada por mail, com identificação do emissário e da escola/agrupamento em causa, mas com um pedido inicial de não divulgação. Por achar que é tempo de se saber que situações como esta há muitas e só não são divulgadas por receio de novos assaltos, pedi para a reproduzir. A autorização chegou, com pedido de reserva de identificação da escola. Por enquanto…

Santo Onofre 2 – No Agrupamento ****** aguardamos a mesma decisão.

Em recente reunião com a DRELVT o(a) presidente de CE foi informada que lhe seria aplicado este mesmo procedimento, pelo que não é surpresa para nós. O formalismo é o seguinte: dia 31 de Março a escola devia comunicar oficialmente à DRELVT que não foi constituído o CGT e no seguimento o CE será destituído e nomeada uma CAP. Assim que tiver conhecimento de novidades, comunico de imediato. Temos levado isto na desportiva e até fazemos piadinhas sobre o assunto. A única diferença é que no nosso caso os mandatos já terminaram há um ano.

A nossa escola tem tido um ambiente apesar de tudo bastante bom. O CE é totalmente solidário com os professores e aberto às nossas opiniões. O(A) presidente tem tentado um equilíbrio insustentável de não entrar em ilegalidades ao mesmo tempo que minimiza as consequências negativas para os professores.

Não temos CGT, apesar de 3 convocatórias. O RI não foi revisto, foi remendado por 3 vezes de urgência (regime de faltas dos alunos, ADD e reformulação dos departamentos). Chamámos-lhe “adendas” ao RI e o nome já foi validado pela DRELVT. Eu próprio que era presidente da Assembleia demiti-me do cargo sem renunciar ao mandato, para não ter de convocar eleições para o CGT mas sem fazer cair a Assembleia. Ninguém aceitou ficar como presidente, nem professores, nem pais, nem autarcas, por isso o processo de convocatória de eleições passou para o CE. Agora, sem presidente, a Assembleia só reúne extraordinariamente convocada por dois terços dos membros. Também disto a DRELVT foi informada em devido tempo e aceitou tacitamente o funcionamento.

Quanto aos OI, foi o momento em que o ambiente esteve mais aceso entre colegas, porque uma minoria queria entregar. Por larga maioria decidiu-se que ninguém entregava e o CE decidiu formular os OI para toda a gente. Depois pediu para assinarmos os OI, mas só alguns o fizeram (por distracção, sei-o depois de falar com as pessoas).

O meu próximo passo (estou apenas à espera do momento oportuno) é demitir-me da CCAD, onde na última reunião votei vencido contra a homologação da proposta do CE para avaliação dos contratados de 2007/2008, que estavam todos empatados com 10 pontos, mas a quem tinha de ser aplicada a quota.

Não temos certamente os mesmos pergaminhos e prémios da escola de Santo Onofre, mas também temos cabeça para pensar.

Abraço,