Mas claro que a saga das faltas não se fica pela falta de oportunidade da alteração das regras a maio de um período ou do ano lectivo.

Depois há a pura e simples incúria, resultante do esquecimento de algumas situações particulares como é o caso do Ensino Por Unidades ou Módulos Capitalizáveis, mais comum no Ensino Nocturno.

Que tem características muito específicas. De repente lembraram-se.

A situação adiante descrita e o documento que  suporta as observações de quem o enviou são na área da DREN. Ao que parece não há problema nenhum em alterar tudo a meio do ano. De novo.

Paulo

No ensino secundário recorrente por módulos capitalizáveis (aulas de 90 minutos) até 2 de Fevereiro as faltas eram contadas por tempos de 45 minutos e os alunos não tinham direito à prova de recuperação. No conselho de turma do 1º período excluímos por faltas os alunos que ultrapassaram esse limite.

Em 2 de Fevereiro, a DREN lembrou-se desses alunos e aplicou o direito à prova de recuperação. Conclusão: os alunos que no 1º período excederam o limite de faltas em Dezembro foram excluídos ou, para para quem usufruía do estatuto de trabalhador estudante transitou para frequência não presencial.

Os que excederam o limite de faltas no 2º período foi-lhes oferecida uma prenda: o direito à prova de recuperação.

Dois pesos e duas medidas durante o mesmo ano lectivo.

É a bandalheira.

Abraço

P.

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