Não percebo, muito sinceramente, o sentido desta queixa num Orçamento de milhares de milhões de euros:

Ministério da Educação estima gastar 600 mil euros com horas extraordinárias irregulares e horários mal atribuídos

Lembremo-nos que isto significa, para todo o país, menos do quintuplo do valor do famoso contrato com João Pedroso.

Ainda se estivessem preocupados com isto (já antigo), ou isto, ou mesmo isto, ou ainda isto, para não falar na mais recente derrapagem  em matéria de Obras Públicas:

Ministro minimiza derrapagem de 11 milhões nos molhes

Não se deve ignorar que este é o ministro-jamé que tem a seu cargo parte da responsabilidade na distribuição dos Magalhães, outro negócio cujos contornos financeiros ninguém parece conhecer.

E estão preocupados com um gasto adicional, num universo de 140.000 horários, com um valor inferior a 3 apartamentos ali na esquina da moda, ao preço antigo, que agora nem deve dar para 2?

Brincamos, não?