Quinta-feira, 19 de Março, 2009


palav0001

Nouveau-Né, en pauvre, se dit, Nouveau-Pauvre.

Manque de Liquidité, em pauvre, se dit J’Ai Faim.

Cachemire, en pauvre, se dit, Acrylique.

Première Classe, en pauvre, se dit Seconde.

Beau, em pauvre, se dit Ne Pas Toucher.

E muitas coisas mais…

Com fotos interessantes dos seus interessantes tempos como Margarida Elisa, a aguerrida activista sindical.

Como sou assinante, preciso de esperar que me chegue a cópia em papel para digitalizar algumas mimagens deliciosas.

Talvez pelo receio de atropelamento em praça pública, os depoimentos são poucos. Claro, nestes casos avançam os inconscientes, pelo que forneci os seguintes 500 caracteres (pediram-me 300) que são reproduzidos com a fidelidade desejável.

Margarida Moreira revelou-se desde o início deste mandato a mais fervorosa apoiante da política educativa deste Governo. Tanto na substância como na forma. Se a substância pode ser objecto de discussão, por se tratar em parte de matéria de natureza política, já a forma é injustificável, desde o caso Charrua até ao de Paredes de Coura, pelo grau de interferência e abuso de poder que revela. Isto para não falar em tantos outros episódios que, adequadamente, acontecem de maneira a não deixar rasto documental.

Só uma nota perfeitamente lateral: o Umbigo tem actualmente aquele número de visitas (15 a 16.000) e não de visitantes individuais.

Nota final: Colega Margarida, como sei que passa por aqui, não se aborreça por eu estar demasiado a sul. Daqui por uns dias eu prometo fazer uma investida pelos seus domínios… e pode ser o início de uma bela amizade.

escadas

JS denuncia perseguição política a alunos em Aveiro

Há alunos do concelho de Aveiro que estão a ser alvo de discriminação por parte de alguns professores por terem manifestado concordância em relação às políticas educativas do Governo de José Sócrates. A denúncia é feita pela Federação Distrital de Aveiro da Juventude Socialista (JS), que garante ter conhecimento formal de dois casos, que acabam de ser expostos ao Ministério da Educação para averiguação. A estrutura da JS “condena veementemente” esta situação e exige medidas por parte dos sindicatos de professores.

A notícia afirma que são dois casos e eu apostaria, singelo contra triplicado, em como algum menino da JS foi chamado a atenção na aula por ser malcriado e não gostou. Vai daí…

O que não percebo é o papel dos sindicatos dos professores nisto tudo.

Muito mediador cultural (e não só…) vai ser necessário quando deixarem os miúdos 12 horas na escola e eles só falarem a sério com os pais nos fins de semana em que os ditos não forem obrigados a trabalhar.

Nessa altura acho que vão ser necessários é mediadores parentais (e maternais).

Mediadores culturais nas escolas, precisam-se

O sistema de ensino português tenta “uniformizar” os alunos, mas as crianças ciganas
não querem perder a sua cultura.

Entretanto, só por curiosidade, gostava de saber o que fazem na Escandinávia para integrar – numa perspectiva multicultural – os alunos não indígenas.

É que tudo isto é tudo muito bonito mas a verdade é que após 15-20 anos de estudos e produção teórica sobre estes fenómenos pouco foi feito de concreto, excepto umas «experiências-piloto» aqui e ali para fundamentar esses mesmos estudos.

E mais do que eficazes intervenções no terreno, estes episódios acabam é por fazer nascer mais um Observatório ou uma Estrutura de Missão ou seja lá o que for que sirva para dar um complemento de rendimentos a uns quantos «cientistas sociais» que depoios produzem uns relatórios giros mas quase sempre para arrumar na gaveta.

« Página anterior