• De que adianta bater palmas ao Manuel Alegre e aos que consideram corajosos por se erguerem contra as nomenklaturas organizacionais originais, se não suportamos sequer que alguém exterior nos critique e às suas nóveis organizações?
  • De que adianta fundar um movimento para renovar o associativismo docente e reclamar o direito a criticar os sindicatos, se queremos vedar as críticas que nos são dirigidas?
  • De que adianta reclamar o meu direito à opinião livre, se depois achar que ninguém tem o direito de me criticar?

Já me chegaram as críticas em off por me reunir para jantar com grupos de amigos e não ter problemas em mostrar as imagens desses encontros. Aliás, o Gui Fon até pode ficar a saber em on que espero ir à Póvoa do Varzim no dia 4, assim chegue lá inteiro.

É que acho muito estranho quando quem desalinha acha que só há uma forma de desalinhar.

E, claro está, a culpa é sempre da comunicação social, essa matilha malandra que cheira os cordeiros ingénuos como as abelhinhas cheiram o pólen das florzinhas.

Vão-me desculpar, mas a unidade dos docentes só se pode construir a partir da noção da diversidade de posições e da sua discussão clara e aberta. Para discussões em circuito fechado já tínhamos os outros que tanto criticámos.