Professoras travam balas com o corpo

Desde 2002 que a Alemanha não via uma coisa assim. Tim Kretschmer, 17 anos, irrompeu pela sua antiga escola na cidade de Winnenden e começou a disparar sobre tudo o que mexia. Depois saiu e continuou a matança no exterior até que, horas depois, foi encurralado pela polícia e, vendo-se ferido, matou-se com um tiro na cabeça
(…)

Chegou vestido de negro e vinha para matar. Dirigiu-se à sala 10D, entrou e atirou sobre tudo o que mexia. Uma. Duas vezes. Antes da terceira rajada, olhou nos olhos os que ainda respiravam e perguntou: “Ainda não estão todos mortos?” E voltou a disparar.
Entre os cadáveres contam-se ainda três professoras que, segundo testemunhos, se colocaram à frente das balas para proteger os alunos. Além disso foi descoberta uma pessoa morta numa clínica psiquiátrica perto da escola, mais tarde identificada como o jardineiro do estabelecimento. E outras duas na cidade vizinha de Wendligen, onde o assassino foi finalmente travado.

Desde 2002 não é assim muito tempo.
É muito complicado comentar isto.
Tanta coisa que se poderia escrever e ser mal interpretada.

Já faltou mais…