Mário Nogueira: “Está tudo em aberto, até a greve à avaliação dos alunos”

Já sei que há quem me considere demasiado tacticista e até mesmo ponderado, mas eu não gostaria que se repetisse aquela coisa da greve aos exames que levou mais de dois anos a sarar, tamanho foi o tiro nos pés.

Estragar tudo quase no final seria imperdoável, abrindo o flanco para tiradas albinianas-valterianas (e atenção à boca do MST, ainda meio disfarçada, hoje no Expresso) do género «estão os alunos como reféns».

A técnica de começar a gritar mais alto, o mais cedo possível, é capaz de não ser a melhor ideia. Mas que sei eu, que não passo de um gajo sentado à frente de um computador, sem os pergaminhos de décadas de «luta».