Domingo, 1 de Março, 2009


Killing Joke, Love Like Blood

o-deserto-da-educacao008-2009(c) Luís Cruz Guerreiro e Paulo Guinote

Como pode ser? Então uma pessoa agora é colocada por ordem crescente dos códigos e já está 8cf. nºs 4 a 6 do artigo 12º do DL 51/2009?

disparate

Sindicatos médicos querem avaliação mas especial

Conflito entre organizações sindicais e Ministério da Saúde está longe do fim
Os líderes dos sindicatos médicos garantiram ontem que não estão contra a avaliação de desempenho mas reclamam apenas que o processo tenha em conta as especificidades da profissão. O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, apressou-se a esclarecer que é isso mesmo que está previsto: a avaliação levará em conta as “características específicas” do sector, assegurou.
A nova proposta do Ministério da Saúde sobre as alterações das carreiras médicas, enviada na sexta-feira para os sindicatos, prevê a avaliação de desempenho dos médicos, no contexto genérico do sistema da avaliação da administração pública (Siadap), segundo adiantou ontem o Diário de Notícias. Para Carlos Arroz, do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), esta notícia é “pura contra-informação” e a comparação com o processo de avaliação dos professores “é absolutamente absurda”.
“Os médicos precisam da avaliação, até porque têm as promoções congeladas há cinco anos porque não são avaliados”, frisou. “Concordamos com a avaliação, mas com adaptações à especificidade da profissão e das várias especialidades”, disse Arroz. Também Mário Jorge Neves, da Federação Nacional dos Médicos, não contesta a avaliação em si, mas sim a aplicação pura e simples aos médicos de um processo que foi “concebido para a área administrativa”. A negociação das carreiras médicas foi interrompida em Dezembro, na sequência do movimento de contestação que levou a ministra da Saúde a prometer alterações às propostas apresentadas. (Público, sem link)

Há doutores e drs. E há os que não gostam de misturas…

comunicacao

Brain training? Think again, says study

People who spend money on “brain trainers” to keep their minds agile may get the same results by simply doing a crossword or surfing the internet, according to research published today.

A panel of experts, including eminent neuroscientists, found there was no scientific evidence to support a range of manufacturers’ claims that the gadgets can help improve memory or stave off the risk of illnesses such as dementia.

Devices such as the Nintendo DS, endorsed by the actor Nicole Kidman and the singer Cheryl Cole, have enjoyed a surge of popularity recently. But the experts employed by the consumer group Which? concluded that much of the evidence supporting the claims was “weak” and that in some cases other activities, such as playing standard computer games, could have the same effect.

Importantly, none of the “brain training” claims were supported by peer-reviewed research published in a recognised scientific journal.

Which? asked a panel of scientific experts to examine gadgets and their claims. They included Dr Kawashima’s Brain Training, Mindfit and Lumosity.

Martyn Hocking, editor of Which?, said: “If people enjoy using these games, then they should continue to do so – that’s a no-brainer. But if people are under the illusion that these devices are scientifically proven to keep their minds in shape, they need to think again.”

Out of sight, out of mind: Teaching and mental health

School staff, including former president of the NUT John Illingworth, talk openly and honestly about their mental health problems amid claims that one in three teachers will be affected at some point during their career.

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